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domingo, 25 de dezembro de 2016

QUE PAÍS É ESSE?

        




 "Não torcerás o juízo, não farás acepção de pessoas, nem tomarás peita (suborno, propina); porquanto a peita cega os olhos dos sábios, e perverte as palavras dos justos.
                A justiça, a justiça seguirás; para que vivas, e possuas em herança a terra que te dará o Senhor teu Deus" (Dt. 16:19-20)
          






          Com essa indagação de uma canção de um compositor brasileiro começo esse texto, numa tentativa de botar para fora uma coisa que eu como cidadão brasileiro tenho o direito de fazer: vômito de vergonha. E se eu não o fizer posso até ter um AVC (acidente vascular cerebral) ou quem sabe um ataque cardíaco. E por que digo isso? Porque sou da época da ditadura, sofri com tudo aquilo, mesmo de longe e pensei que estava livre de tudo aquilo e nunca mais veria coisa do tipo. Me enganei profundamente: estou vendo algo muito maior e mais perigoso que a ditadura. Algo que está tirando a esperança dos jovens e cidadãos de nossos dias. Isso é perigoso!
          Essa pergunta em epígrafe foi feita nos idos da ditadura, mas que agora volta com toda veemência e pereptoriedade.
           Que país é esse que tem leis e ONGs que protegem aves silvestres, pássaros no ninho, peixe boi, insetos, plantas, florestas, fontes e mananciais e uma corte suprema autoriza o infanticídio?
          Que país é esse onde decisão judicial pode ser descumprida por um presidente do senado?
          Que país é esse onde as leis estabelecem limites para tetos de salários e o poderosos não os cumprem?
          Que país é esse onde tem uma crise num determinado ano e se estabelece soluções econômicas para os vinte anos seguintes? Um vez que já está provado que nenhum país resolveu problemas econômicos com ajustes financeiros.
          Que país é esse onde a corrupção está em todos os níveis de governo e poderes?
          Que país é esse onde o sistema educacional é uma mentira? A saúde um engodo?
          Que país é esse onde a lei maior diz que todos são iguais e existe uma classe privilegiada e intocável?
          Que país é esse onde o judiciário, que deveria ter a última palavra, tem a primeira?
          Que país é esse onde primeiro se condena e depois se absolve?
          Que país é esse onde quem deveria preservar o princípio da presunção de inocência é quem primeiro condena sem um processo tramitado em julgado?
          Que país é esse onde se faz condução coercitiva sem nem intimar a pessoa e nem saber se ela se recusa a ir à presença da autoridade intimadora?
          Que país é esse onde pastor vai às mídias defender a condução coercitiva de um ex-presidente da república ou outro qualquer cidadão e quando chega a sua vez de ser conduzido coercitivamente se esbraveja, se indigna, cospe aos ventos, faz vídeo e posta na internet? Esse meu irmão em Cristo chega a bradar em vídeo que aquele ex-presidente não está acima da lei. E ele estaria? No que pese o ex-presidente ter muitas acusações sobre si, ainda não foi condenado, Sr. pastor. E no que pese sua boa reputação a empresa signatária do cheque da oferta em tela está sendo investigada em escândalo de corrupção, segundo a mídia falada, escrita e televisiva, logo nada mais prudente do que se investigar que história é essa deste cheque. Se investigado e o pastor for inocentado de qualquer culpa, que bom.               Nos dois casos a forma da condução está errada, pois isso só pode ocorrer quando a pessoa se recusa comparecer. E eu arriscaria dizer que o amado homem de Deus pode ter recebido esse tratamento para validar a forma como foi o ex-presidente. Contudo a pergunta não quer calar: que país é esse?
          Que país é esse onde ninguém vai mais se aposentar? Ou você duvida disso? Espere para ver!
          Que país é esse onde ninguém pode mais pagar sua contas por causa de juros astronômicos?
          Que pais é esse onde o povo apresenta projetos de leis e seus representantes não os aceitam?
          Que país é esse onde se diz possuir, no mínimo três classes sociais distinta, quando na verdade o que temos são duas castas: POBRES E RICOS?
          Que país é esse que está levando seu povo para uma convulsão social e não quer ver?
          Que país é esse que acaba com direito trabalhistas sob a égide do cuidado com as futuras gerações?
          Que pais é esse que faz seu povo retroagir para 1888, ano da abolição da escravatura no seu território?
          Que país é esse que dá mais ouvidos a um governo globaliza do que ao seu próprio povo?
          Que país é esse onde um juiz quando comete um crime, do menor ou o mais absurdo, a sua pena é uma aposentadoria compulsória, com um gordo salário? Onde fica o princípio constitucional da igualdade (Artigo 5 - caput)?
          Seria esse o brasil? A pátria amada? A mãe gentil?
          Vou dormir tranquilo: vomitei tudo o que pude, antes que amanhã eu incorra no risco de evacuar. por causa desta comida indigesta que nos estão dando para engolir goela abaixo!
          Aceitem que quiser: estamos vivendo uma ditadura sem baionetas, executada por colarinhos brancos e os togados, num simulacro de democracia.

VOCÊ SABE O QUE É CULTURA DA MORTE? NÃO? ENTÃO LEIA!


         




           Não sabeis que sois santuário de Deus, e que seu Espírito habita em vós? Se alguma pessoa destruir o santuário de Deus,este o destruirá; pois o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado (1 Co. 3:16, 17).
         
          
           Conheci, em 1973, um certo jovem que estava naquele ano dando seus primeiros passos na carreira de cantor, rumo ao secesso. Eu assistia o programa de Flávio Cavalcante, na extinta TV Tupi, numa televisão preto e branca, quando aquele apresentador, de forma esplendorosa anunciava sua próxima atração, como sendo a maior revelação do ano, no meio artístico: 
          - E com vocês... a maior revelação da música brasileira neste ano! O baiano Rauuuuul Seiiiiiixas! Falou aquele apresentador, com o dedo indicador da mão direita levantado para cima.
          Fiquei esfuziante com aquela melodia. Como podia alguém compor uma coisas daquelas! Fiquei de queixo caído com a música que ora se desenrolava. Aquela música virou o hit do momento. Se fosse hoje diríamos: "viralizou". Só era o que se ouvia nas rádios, TVs e sons caseiros.
          Só que na minha inocência e na inocência da juventude da minha época, não sabíamos que aquela música era uma profecia macabra.
               A musica termina dizendo:


Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca cheia de dentes 
Esperando a morte chegar (...)


      Realmente aquele jovem não ficou esperando a morte chegar. se lançou ao seu encontro. fez questão de a conhecer pessoalmente.
          Noutra música que faço questão de transcrever, ele diz:



CANTO PARA MINHA MORTE
(Raul seixas)


Eu sei que determinada rua que eu já passei 
Não tornará a ouvir o som dos meus passos 
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos 
E que nunca mais eu vou abrir 
Cada vez que eu me despeço de uma pessoa 
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez 
A morte, surda, caminha ao meu lado 
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar 
Com que rosto ela virá? 
Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer? 
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque, 
Na música que eu deixei para compor amanhã? 
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro? 
Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada, 
E que está em algum lugar me esperando 
Embora eu ainda não a conheça? 
Vou te encontrar Vestida de cetim 
Pois em qualquer lugar 
Esperas só por mim 
E no teu beijo 
Provar o gosto estranho 
Que eu quero e não desejo 
Mas tenho que encontrar 
Vem Mas demore a chegar 
Eu te detesto e amo 
Morte, morte, morte que talvez 
Seja o segredo desta vida 
Qual será a forma da minha morte 
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida
Existem tantas... um acidente de carro 
O coração que se recusa a bater no próximo minuto 
A anestesia mal-aplicada 
A vida mal-vivida 
A ferida mal curada 
A dor já envelhecida 
O câncer já espalhado e ainda escondido 
Ou até, quem sabe, 
O escorregão idiota num dia de sol 
A cabeça no meio-fio Ó morte, tu que és tão forte 
Que matas o gato, o rato e o homem 
Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres 
Me buscar 
Que meu corpo seja cremado 
E que minhas cinzas alimentem a erva 
E que a erva alimente outro homem como eu 
Porque eu continuarei neste homem 
Nos meus filhos 
Na palavra rude que eu disse para alguém 
Que não gostava 
E até no uísque que eu não terminei de beber / Aquela noite...

          Esse é o mais fiel retrato do ser humano que não conhece a verdade (Jo. 8:31).                   Esse jovem rapaz deu um voo sem volta ao encontro da morte, como os demais sem Cristo. Fez questão de conhecê-la pessoalmente e a conheceu!
          Ele teve acesso a todos os agentes que levam uma pessoa à intimidade com o anjo da morte: Cigarro, álcool (Pv. 23:29-35), drogas, mulher estranha (Pv. 5:20) e outros apetrechos mais, que fazem parte de seu arsenal macabro.
          Esse promissor artista popular morreu em 21 de agosto de 1989, aos quarenta e quatro anos de idade, em plena fase criativa e produtiva. Ainda jovem! Morreu, segundo seu irmão, Plínio Seixas,  no documentário produzido pelo canal fechado 66, com apenas um centímetro de seu baço. Órgão que é responsável por um hormônio que é fundamental na produção das hemácias (glóbulos vermelhos). 
          Só que esse rapaz e tantos outros eram os ídolos e modelos para essa geração, que até hoje os cultua. Imitava-se seu esteriótipo e filosofia de vida (sociedade alternativa) onde tudo era liberado, das drogas ao sexos irresponsável, sem saber o risco iminente que corria.
          "Ai", isto é, vão pagar caro os que destruirem seus corpos, pois foram criados para serem a morada do Deus de Israel. E não importa se você crer ou não! Você foi criado para ser o santuário de Deus. 
          Qualquer um que destruir seu corpo, criação de Deus, está fado a tormentos impensáveis. Seu corpo não é propriedade sua. Cuide, ele tem um dono! 
          Jesus disse: "Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância" (Jo. 10:10).           Preserve sua vida. Somos ensinados pelo ídolos da nossa juventude a destruir nossa existência, Todavia diga não à cultura da morte!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A IGREJA CRISTÃ EVANGÉLICA TORNOU-SE UM BALCÃO DE NEGÓCIOS






2 tessalonicenses 2;1-12




          Certo teólogo já disse que nunca se viu uma igreja tão inocente como a dos nossos tempos. Igreja que não lê bíblia, não participa de cultos de doutrina, não participa de escola bíblica, não conhece seu Deus, nem tem a menor das pretensões de o conhecer. Tudo que aparece de novo no cenário nacional ou mundial é praticado e exercido como se fosse bíblico. E nesse contexto fértil os aproveitadores se apresentam para arrancar a lã das ovelhas e subtrair e sugar a gordura das mesmas.
          Negocia-se de tudo. Há quem diga que estão loteando o céu como se a morada dos santos fosse uma propriedade privada de certos "apóstolos". E o pior é que Jesus não está aqui para expulsar esses cambada de cambistas. Estes aproveitadores.
          Nesse campos propício a todo tipo de semente, semeia-se de tudo. Desde matéria prima de ilusões a sonhos impossíveis. As negociatas correm soltas nos gabinetes pastorais e reuniões de líderes. Mercadejam a palavra de Deus das formas mais desonestas e sórdidas possíveis. Como? Vejamos os fatos:


1. Negocia-se os conteúdos da palavra de Deus



          O que importa no púlpito é que a mensagem privilegie o contingente, isto é, a mensagem tem que está voltada para o crescimento numérico da igreja ou na pior das hipóteses que essa mensagem mantenha o número, sem que haja nenhuma baixa.

          O conteúdo deve ser voltado, de preferência, para prosperidade, pois massageia o ego das pessoas.
          Deve-se levar em conta, também, que o conteúdo da mensagem deve está voltado para a auto ajuda. É outro assunto que deve está sempre em pauta. Isso atrai muita gente, pois muitas delas precisam de aconselhamento e nem sempre pode pagar um psicólogo, então a igreja faz esse papel.
          Parece-me que outro conteúdo bastante presente nas pregações é aquele que atenda as expectativas das pessoas. As pessoas têm algo que desejam ouvir, então capta-se esse anseio e prepara-se conteúdos bíblicos voltados para tanto. A pregação deve falar daquilo que as pessoas querem ouvir, não aquilo que o povo de Deus precisa ouvir.


2. Negocia-se os profetas e privilegia-se aqueles que são entretedores de plateia



          Investe-se pesado nos animadores de plateia. Pregadores de renome ou cantores gospel conhecidos da massa para atrair as multidões. O entretenimento está acima da proposta de culto da igreja. O show, muitas vezes pagos, dão lugar à simplicidade pertinente do culto bíblico. Por outro lado, a profecia e os profetas não vestem mais pele de camelo, nem mais comem gafanhoto e mel silvestre. Nem tão pouco são arredios da sociedade, como foram os profetas da bíblia. Todos os profetas que foram enviados a Jerusalém, incluindo Jesus e João, o batista, foram mortos. Hoje fazem questão de andar de jatinho alugado ou próprio e se hospedarem nos melhores hotéis e recebem somas consideráveis de dinheiro para atuar como celebridade. Claro que para se deslocar de um lugar para outro, só pelos ares, só de avião. No quesito escolha, privilegia-se Os entretedores de platéia.



3. Negocia-se o cotidiano e privilegia-se os eventos



          Nesse particular aqui é que a coisa fica séria mesmo. Dar-se um caráter todo especial aos eventos na igreja. Investe-se somas consideráveis nos tais. Estão sempre promovendo um evento grandioso para manter a igreja em movimento. Não que seja errado se fazer festa, até porque Deus é um Deus de festa, basta olhar-se para as festas que o próprio Deus criou para o povo judeu, tais como o festa de pentecostes, a páscoa, a festa dos tabernáculos e etc. O povo de Deus tem que festejar mesmo. Agora, não se pode nem deve recorrer a eventos como forma de pastorear uma igreja, que muitas vezes não se tem como pastorá-la, devido ao número grande de membros. E por que não devia ser assim? Porque os eventos dão uma falsa ideia de pastoreio, quando o cristão sai dos mesmos volta para casa sem o conhecimento que deveria ter da palavra de Deus. Geralmente nessas igrejas, o povo não comparece a cultos de doutrina, nem tão pouco à escola bíblica. São vazios de conhecimento, pois os eventos dizem a eles que está tudo bem, basta ir no culto de domingo e nos eventos. É um pseudo-pastoreio. Um faz de contas com o povo do Senhor.

          Esses eventos geram crentes comprometidos com a igreja, porém sem nenhum compromisso com a obra de Deus. Sem compromisso com missões, por exemplo. O cotidiano deveria ser a maior preocupação da igreja. É nele que o crente vai viver, enfrentar lutas, tribulações, problemas de toda ordem. No cotidiano, no dia a dia é onde o cristão tem seu campo de batalha com as ostes infernais. Mas é justo aí onde eles não sabem, não foram treinados para empunhar o escudo e a armadura que está a disposição do filho de Deus (Ef. 6:10-17). Como manusear aquilo que não fostes treinado? O cotidiano do salvo tem que ser trabalhado. O que se vê são frases de efeito tais como:
   
          "- O culto foi uma bênção!"

          "A a mensagem foi forte!"

          Volta-se para casa e a primeira coisa que se faz é jogar aquela linda bíblia de estudo, que se comprou caro, diga-se de passagem, em cima do primeiro móvel que se encontra e só se toca nela novamente no próximo culto ou no próximo evento. Foi assim que a igreja no norte dos estados unidos e a europeia entraram no ocaso que estão hoje. 


4. Privilegia-se os fins e negocia-se os meios


          Esse é outra mazela no meio do povo cristão. O povo é diariamente exortado a vencer ou vencer, que chegam ao absurdo de não ter tempo para olhar o estrago que seu desejo de vitória pode está fazendo aos outros. Não se leva em consideração que muitas das vezes o objetivo da vitória pode estragar amizades e outras coisas. O que importa é vencer, não importa em quantos se vai pisar. Como diz um velho ditado: os fins justificam os meios. Aquilo que se quer conquistar, justifica o que se faça para chegar lá. Por exemplo os cargos e posições da igreja são, às vezes, os fins e para se conquistar tais posições vale tudo, qualquer meios.


5. Negocia-se a pregação, mesmo que ela não influencie a comunidade


          A comunidade não gosta muito do cristão, todavia a mensagem e o testemunho do crente em Jesus sempre impactaram a rua, o bairro onde o filho de Deus mora, trabalha ou estuda. Mas ultimamente a mensagem de crente não está tendo tanto poder de influência. O testemunho dos crentes está fraco. Já não falamos com tantas intrepidez, com tanta autoridade. A igreja já não interfere na sociedade de forma positiva. Temos nos tornado uma mera sociedade religiosa. A coisa é tão séria, que todo mundo está se dizendo crente, hoje em dia.
          Lembra do tempo em se chegando em determinado local onde tivesse uma pessoa fumando seu cigarro, ele soubesse que você era crente, o mesmo fazia de tudo para dar um sumiço no branquinho fumegante? Lembra de quando alguém estava bebendo sua bebida e você se apresentava no recinto e o mesmo pedida desculpas por está emborcando o copo? Pois é. Era assim.


6. Negocia-se a mensagem para não confronta nem o pecado nem o pecador


          O que dizer de João, o batista, chamando os religiosos do tempo de Jesus de raça de víbora, serpentes? Ele fez isso! Esse homem de Deus denunciou o pecado do rei Herodes. Morreu degolado por porque sua mensagem influenciou seu tempo e sua comunidade. No período dos avivalistas as pessoas tremiam ao ouvir a pregações daqueles homens.
          Elias denunciou o pecado do rei Acabe. Que sem querer fazer trocadilhos, acabou com o culto do povo judeu ao seu Deus Jeová, juntamente com sua esposa Jezabel.
          Natã denunciou o pecado do rei Davi, quando adulterou com Bete-Seba. 
          Não se pode mais falar de céu e inferno. Principalmente de inferno nas mensagens. É antiquado, é muito antigo! Agride as pessoas. Está fora de moda. Tem igrejas que se você for pregar e incorrer no descuido de falar em inferno, nunca mais você prega lá. 
          Não temos coragem de denunciar banditismo no meio do povo de Deus. Não denunciamos os assaltos à mão desarmada nos púlpitos das igrejas. O crime organizado está presente nas reuniões das igrejas e ninguém se pronuncia. Ninguém que está na mídia se pronuncia contra as procissões aos ídolos católicos. Da Penha arrasta multidões quilômetros a fora e não se ver uma linha escrita se opondo a tão grande afronta a Deus. Não se ver um programa evangélico de rádio ou televisivo se manifestando sobre o assunto. Onde chegamos! Cadê os profetas? Não podemos fazer isso pois vamos sair na foto, no retrato, na chapa!


7. Negocia-se-se aqueles pregadores que privilegiam as emoções


          Pregadores bons são aquele que apelam para as emoções. Quem assim não se porta é frio, sem unção.
          Culto sem movimento é culto frio, sem unção.


8. Privilegia-se falar mal das autoridades a abençoá-las (Ex. 22:28 e Ec. 10:20)


          Líderes ensinam a falar mal da autoridades em rede de televisão.
          Líderes locais falam mal de autoridades
          A internet é um celeiro de maldição sobre as autoridades
           Quando o certo é abençoar (1 Tm. 2:1-3)


          Por tudo isso é que temos uma igreja fraca, apática e sem autoridade sobre a terra. Jesus disse que se nós nos calássemos, até as pedras clamariam (Lc. 19:40). E para a nossa vergonha elas estão clamando. Onde? Nos púlpitos de igrejas que pregam um outro evangelho, um evangelho anátema da teologia da prosperidade, do cai cai, unção do riso e outros. Somos a igreja e vaso detentores da verdade. Precisamos de um expurgo urgente em nosso meio. Você pensa que não é possível? Mas é!

 

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