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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O MAIOR PROBLEMA DA HUMANIDADE NÃO É O PECADO!




          Você pode até ter ficado confuso agora, mas se analisar essa exclamativa com mais carinho, há de concordar comigo. Primeiro me perdoem os calvinista de plantão, Deus comunicou o atributo da escolha aos homens sim. O atributo da escolha ou melhor dizendo, o livre arbítrio, foi dado ao homem, sim senhor. Ou esqueceram que o criador criou o homem sua imagem e semelhança? E quando falo de livre escolha falo, inclusive, do poder de escolha, de se salvar ou não. Por que Deus daria o poder de escolher qualquer coisa e tolheria justamente o de escolher ser salvo ou não. Não seria uma inconveniência? Muitos acham que o pecado é o maior problema da humanidade, a maior chaga como alguns afirmam. Contudo se esquecem de que com uma simples escolha pode vir a ser salvo. Vejamos alguns exemplos na bíblia.

          Vamos começar com Adão e Eva. Os dois foram avisados que não comessem do fruto da árvore que se encontrava no meio do jardim do Éden. Porém a serpente muito esperta como sempre os enganara dizendo que, se eles comessem do fruto, seriam iguais a Deus, que aliás foi o mesmo pecado da serpente, quando foi expulsa do céu, diga-se de passagem. E como a serpente, ela, Eva, queria ser igual a Deus. Comeu, Eva e seu marido e com  isso trouxeram grande maldição sobre a humanidade, que sofre as consequências até hoje. Essa escolha dos primeiros seres humanos criados por Deus trouxe grandes dores sobre a coroa da criação de Deus, que é o ser humano. Escolheram errado e sobrou para todo mundo. Até para o Cosmos, todo o universo e coisa criada pelo criador sofrem por causa de uma má escolha (Gn. 3:1-19 e Rm. 8:22-23).
          Vejamos mais alguns casos de escolhas erradas na bíblia. Davi, um homem segundo o coração de Deus. Um personagem elogiado por Deus. Jesus muitas vezes foi chamado de "filho de Davi". Mas certa vez escolheu está ocioso, enquanto seu exército estava em guerra e por isso foi traído por seus olhos e cometeu um adultério que levou sua casa a está debaixo de maldição (2Sm 11:18 e 12:1-14). Outro caso clássico de escolhas erradas é ocaso de Sanção (pequeno sol). Ele escolheu se casar com uma mulher não judia e perdeu a visão, acabando morto debaixo de escombros de uma construção (Jz. 14:-9; 16:4-31).
          Temos também o caso do rei Acabe, que acabou com Israel (desculpe o trocadilho) ao escolher se casar com uma mulher pagã - Jesabel. Esse rei levou o povo judeu ao colapso espiritual total, trazendo grandes malefícios ao povo. Por anos Deus cerrou os céu para que não chovesse. Foi preciso a intervenção de Elias para que as coisas mudassem.
          Vamos mais um pouco para a época de Jesus. Em Mateus, capítulo 27 do verso 11 ao
 26 vemos uma luta travada dos judeus para incriminar a Jesus. E naquele momento havia uma festa, na qual o governador dava um indulto, soltando um preso. Então trouxeram um preso muito conhecido de Israel e juntaram a Jesus. Pilatos então, que era o governador e que podia soltar quem ele muito bem quisesse, apresentou Jesus e Barrabás para que o povo judeu decidisse quem receberia o indulto. E o resultado todos já conhecem: soltaram a Barrabás e condenaram a Jesus à morte. Todavia uma frase se tornaria célebre. Eles pronunciaram grande maldição sobre aquele nação tão amada por Deus - "E O POVO TODO RESPONDEU: CAIA SOBRE NÓS O SEU SANGUE E SOBRE NOSSOS FILHOS". Escolheram soltar um bandido e matar o inocente filho de Deus. Outra escolha que traria grande maldição, desta feita sobre a nação judaica, que no holocausto perdeu milhões de vidas, sob a espada de Hitler. Não seria esse o sangue sobre os filhos que os judeus de então estavam profetizando?
          Então. Escolheu mal, se deu mal. E pode ser para o resto da vida! Escolha Jesus hoje e seja salvo para sempre. Em Deuteronômio, capítulo 30, verso 19 diz: "Os céus e a terra, hoje, tomo por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência".

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

QUEM É A GRANDE PROSTITUTA DO APOCALIPSE?


         Esse é, com certeza, um assunto que quase ninguém gosta de tocar. Ou porque é um assunto de difícil elucidação ou por simples comodismo. E há ainda os que não querem se comprometer. Há uns que já mais tocariam em tal assunto, pois não dá "IBOP". Mas é necessário que se fale sobre, devido a importância que tal assunto representa para o esclarecimento de quão danoso é o universo religioso. A religião, já disse alguém: "É o ópio do mundo". E quando falo de religião me refiro aos impérios religiosos, às religiões que têm um líder mundial. Essa é uma das características de uma religião propriamente dita, não me refiro aos grupos evangélicos, que não possuem um líder mundial, por serem esses o conjunto de igrejas que representam a igreja genuína do Senhor Jesus. Esse grupo de crentes não possuem um líder mundial. O líder maior deles é celestial a saber: Jesus.

          A grande meretriz ou prostituta é o sistema religioso que se juntou aos poderosos reis da terra, para que só assim pudesse chegar a todos os quadrantes da terra e fazer sua catequese (Ap. 17:2) e assim embriagasse os moradores da terra com sua idolatria, que nada mais é do que uma provocação a Deus que diz em sua palavra: Congregai-vos e vinde; chegai-vos todos juntos, vós que escapasse das nações; nada sabem os que conduzem em suas procissões o lenho de suas imagem de escultura e fazem suplica a um deus que não pode salvar (Is 45:20). Esse sistema embebedou o mundo com sua devassidão. Esse sistema está assentado sobre muitas águas. Quando a bíblia fala em muitas águas ou mar, ela está falando das nações (Ap. 17:1 e 15). Esse sistema religioso está assentado sobre uma besta (um líder), escarlata que de certa forma detém um poder (v 3). Esse sistema se veste de púrpura (riqueza) e escarlata (cor da vestimentas de seus cardeais). Dentre outras coisas ela tem um cálice de ouro na mão (alusão à única religião que usa um cálice) e nesse estão as abominações de sua prostituição (v 4). Esse sistema religioso também se embriagou um dia com o sangue dos que ele matou com sua "santa inquisição" (v 6).  E essa besta que era e não é se trata do império romano, no qual o sistema religioso se apóia. João viu sua queda como poder político e retorno como poder religioso (v 8). Mas que um dia será destruído.  

          A prostituta é o sistema religioso que domina sobre os reis e presidente da terra. Esse sistema religioso influi sobre todos os governantes da terra. Todos buscam orientação sobre as grandes decisões que vão tomar. E não apenas os reis, mas também os legisladores procuram orientações. Você é que não notou ainda o domínio da meretriz sobre a humanidade. Ante ela governava pela ignorância da população, agora ela governa na surdina. Ela, a meretriz, não quer ser notada no cenário político, contudo governa os destinos do mundo. Continue enganado se quiser, o império romano emergiu do abismo, está vivinho da silva (v 8), embora se encaminha para a destruição ele tem influência no mundo. Abra o olho, a igreja chamada legítima é a noiva de Jesus, a outra é prostituta, só a legítima pertence ao noivo (Ap. 21:9). Quem não é a legítima, é a outra. É claro!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

ESTAMOS VIVENDO UMA IDADE DAS TREVAS MODERNA?



                                                                                                                                    
          A idade das trevas foi o período vivido nos idos de 1500, também conhecido como período medieval ou idade média. É a esse tempo que quero me referir e não à idade média grega. E ao me referir a esse período não quero também me referir de forma pejorativa não, pois muito do que a ciência, as artes e a cultura é hoje, deve-se a esse tempo. Mas quero me referir à página negra de ignorância que se escrevia nos dias de então.
          Nesse tempo o império religioso romano, a igreja Católica Apostólica Romana, envidou todos os seus esforços para manter as pessoas desse período analfabeta, para que só assim tivesse total domínio. O povo não devia saber nada, pois só assim poderia se submeter às dominações impostas por Roma. Perdoe meu amigo leitor, mas eu tenho que ser indelicado com você agora, pois tenho que usar de um termo recorrente no meio político de hoje, mas que foi muito praticado no tempo das trevas: "QUANTO MAIS BURRO FOR O POVO, MELHOR SERÁ PARA MASSA DE MANOBRAS". Aliás, quem quiser dominar vai sempre detestar o esclarecido. Já dizia um compositor paraibano: "Ê, Ô, Ô, vida de gado, povo marcado ê, povo feliz". Uma referência aos currais eleitorais do domínio dos coronéis da política nordestina.
          Uma coisa estupenda ou estúpida desse período - pois agora me perdi na poeira - foi a ideia da igreja oficial (católica) aproveitar o dogma do purgatório, lugar criado por ela, para a purificação de pecados, antes da entrada no céu, daqueles que morriam. Com esse dogma a igreja se enriqueceu. Ela cobrava até somas de dinheiro para tirar, antes do tempo, os entes queridos de quem desse-lhe dinheiro. Pagou, o tempo do ente querido ali cessaria e seria retirado daquele lugar de sofrimento e seria levado aos céus imediatamente. E mediante a possibilidade de ver seu parente ou amigo fora daquele lugar de sofrimento as pessoas até vendiam o que tinham e davam à igreja, que tornou-se um dos órgãos mais ricos, se não o mais rico. O povo fazia filas quilométricas nas catedrais, para dar entrada na retirada do seu ente querido daquele lugar macabro, que Roma criou. A igreja romana tornou-se uma potência econômica às custas da cegueira que ela mesma gerou nos cidadãos comuns daquele tempo. E não só sobre os plebeus, mas também sobre reis, que aliás houve um que era analfabeto (Carlos Magno - século VIII). Nada contra o analfabeto.
          E o que tem a ver tudo isso com uma nova idade das trevas? Tem. Na idade das trevas medievais o cidadão era obrigado a ser analfabeto, na nossa "idade média" o cidadão está sendo levado a ser "analfabeto funcional", que é o fato de o cidadão ler, mas não saber interpretar um texto e tanto um como o outro analfabeto está incluso na máxima supra citada (Aquele que pedi-lhe desculpa para a citar). Todos os dois tipos de analfabetismo torna o homem um boneco nas mão dos espertalhões. Logo os religiosos de hoje não criaram um purgatório para si, mas criaram um amontoado de coisas que, como o purgatório romano, assombram as pessoas: DOR DE CABEÇA, VISÕES NOTURNAS, INVEJA, OLHO GRANDE, INSÔNIA, DESEJO DE SUICÍDIO, PERDAS, FALÊNCIA, DOENÇAS, DESEMPREGO, ALUGUEL, ANDAR DE BUS(ÃO). Meu amigo leitor, enquanto escrevia sobre esse assunto, comecei a notar que eu tinha que rever meus conceitos a respeito dessas coisas escritas em maiúsculo. Elas precisam de um purgatório. Elas precisam ser purgadas ou expurgadas das vidas das pessoas. Logo retiro o que disse antes. Os religiosos de hoje têm seu PURGATÓRIO também. As pessoas são convidadas a irem a um templo enorme, na rua comercial e empresarial mais importante da cidade, não pode ser na igrejinha da esquina. Tem que ser no "CENÁCULO"! Se não for no senáculo você não será purgado. Vai continuar no seu inferno astral. Como na primeira idade média, na segunda as fortunas estão se avolumando. Na idade das trevas moderna a sua clientela não sabe interpretar um texto, logo tudo o que ler ou dizem está certo. Os dois tipos de analfabetismo não permitem que o ser humano seja uma pessoa com senso crítico. Nas duas idades médias os sacerdotes desconhecem a teologia ortodoxa.
          Na minha infância eu gostava de ir sedo à feira. Não perdia uma. Muitas coisas me chamavam a atenção: Os cantadores de violas, os vendedores de literatura de cordel e etc. Mais ninguém me impressionava mais do que os vendedores de remédios. Pílulas que "serviam até para brigas de vizinhos". Era assim que minha mãe as chamava, pois segundo seus vendedores serviam para lombriga, prisão de ventre, ameba, hemorroidas e outras centenas de doenças. Eles espalhavam suas coisa no chão, inclusive uma cobras sucuri e jiboias só para chamar a atenção e eles venderem seus produtos. A impressão que dava era que quando as pessoas viam o que tinham dentro de si, compravam sem nem se questionar. Essa é a estratégia: Assombre e pode deixar que o povo quer uma solução, e paga caro por ela. Só tem um problema: ninguém questionava aqueles remédios. Qual era a origem daquilo que se propunha a curar tudo? Segundo se ventilava eram feitos pelo próprio vendedor com farinha de trigo. Pense nisso meu amigo: lhe assombram, lhe atraem tomam o que é seu e lhe enganam. Será que não estamos sendo enganados? As pílulas eram de farinha de trigo!


Textos para reflexão: Romanos 16:18
                                     Filipenses 3:17-21



terça-feira, 22 de janeiro de 2013

HÁ SALVAÇÃO PARA OS ÍNDIOS?





          Uma das grandes indagações do meio evangélico ou até mesmo do meio secular é se os indígenas poderão ser salvos, uma vez que há muitas tribos que não foram, não estão sendo ou não serão evangelizadas. Esses terão uma chance? Como isso se dará? Essas e outras perguntas clássicas sempre serão feitas no decorrer da história da humanidade. Contudo a bíblia tem a resposta a tudo isso. A carta de Paulo aos romanos diz: "pois TODOS pecaram e carecem da glória (Jesus) de Deus". Ainda em Romanos, a palavra de Deus é clara - ninguém é indesculpável, isto é: todos têm culpa pelo seu pecado (Rm. 1:20). A própria criação de Deus O revela às suas criaturas, isto significa que tudo que vemos revela Deus, por que não O adorar na beleza de sua santidade ao invés dos demônios? 

          Para começar temos que tecer algumas considerações sobre a LEI MORAL. Você pode está se perguntando: o que é isso? Bem. A lei moral é a capacidade que Deus deu, única e exclusivamente ao ser humano, para que o mesmo saiba o que é certo e errado. Com a lei moral o ser humano foi dotado da capacidade de escolhas. Ele pode escolher entre fazer o certo ou o errado. Fazer o bem ou o mal. Essa lei deu ao homem a condição de saber que um dia vai morrer. Essa lei moral condicionou o homem a sentir emoções, como se alegrar, chorar, irar-se, procurar ajuda, casar-se, suicidar-se ou não, vencer na vida ou não. A lei moral nos faz sentir a necessidade de saber que há um ser supremo, um Deus. Essas são ações e reações que só o ser humano possui, dentre toda a criação de Deus.
           Dentre essas características há uma que pode explicar a questão da salvação ou não do silvícola, o índio. A lei moral nos mostra, quer entendamos quer não, que o ser humano não pode viver bem consigo mesmo e com seu tempo, se não tiver a sua vida submetida a Deus, o da bíblia - Jeová. O homem não pode viver plenamente se não adorar a esse Deus. Ele, o homem, tem que se encontrar, na sua existência, com Deus através de seu filho, Jesus Cristo. Até aqui tudo bem. O grande problema é que o índio se não for evangelizado, nunca encontrar-se-á com o seu criador (Rm. 10:13´14). O índio, como todo outro homem, precisa confessar com sua própria boca que Jesus é seu salvador (Rm. 10:9), mas como isso se dará se ninguém pregar para ele (Rm. 10:14)? Infelizmente ele irá para o inferno. Depois disso só nos fica um sentimento de pena daquelas nações. Tanto é que se fôssemos Deus os perdoaria mesmo sem recebê-lo. Meu leitor, agora é hora de me responder uma pergunta: Quem é que fala do diabo e seus anjos para as nações indígenas? Sua reposta seria: Ninguém, isso passa de pai para filhos. Ei, me responda outra questão: Por que é que nenhuma tribo acerta com Deus e seus planos para suas vidas? Se uma tribo acertar com Deus e seu filho Jesus será salva. Simples assim. Ninguém fala ensina nada sobre os demônios para os indígenas, contudo toda tribo os adora, os invoca e lhes presta culto. Em toda a terra, onde houver uma tribo, ali haverá culto aos demônios. Quem lhes ensinou isso? Toda tribo na face da terra tem um pajé ou chamã (sacerdote do diabo). Não há uma sequer que invoque o nome de JEOVÁ. Não há um líder espiritual que conduza seu povo para o culto ao Deus da bíblia, que nada mais é do que o Deus verdadeiro, e que fora Dele não há salvação. Até hoje você até pensava que Deus era injusto. Deus tem mandado muitos irem pregar o evangelho nas tribos, você pode ser um desses. Vamos ajudar as nações indígenas a conhecer o Deus de Israel  (Rm. 10:15b)? Demorou.
          Marcos 16:15 diz: E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todo criatura e em Apocalipse 5:9 diz: e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda "TRIBO", língua, povos e nações. Uma alusão clara aos índios que serão salvos, aos que receberem a Jesus como seu único e suficiente salvador.              

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O APÓSTOLO PAULO NÃO ERA CRENTE!





          Esse título ficaria melhor com uma interrogação. Ou poderíamos mudar para: "O APÓSTOLO PAULO NÃO ERA SALVO?". Melhor dizendo: "O APÓSTOLO PAULO NÃO ERA UM HOMEM DE DEUS". Essa era a condição de Paulo para as igrejas de teologia da prosperidade. Nosso personagem não tinha um bem se quer, onde pudesse ser filmado ao seu lado. Não tinha uma esposa para se quer ir à "terapia do amor". Não tinha uma empresa para ser um grande palestrante na "reunião dos empresários". O apóstolo já mais participaria da "reunião dos 318", pois há muito deixara o judaísmo. Em momento algum usam esse homem como exemplo para suas campanhas de "vitória total sobre todo mal". Paulo não interessa para a teologia neo pentecostal da prosperidade. Ele jamais estaria apresentando um programa na televisão da igreja da prosperidade por causa de sua fraca presença de palco e de sua desprezível palavra (2Co. 10:10). E por que seria isso! Para essa neo doutrina, Paulo não passava de um derrotado! Vejamos.
          Muitas foram as surras que o apóstolo recebeu dos judeus. Paulo fala de cinco quarentenas de açoites menos um em 2 Co. 11:24. Uma vez ele foi açoitado com varas. Sofreu apedrejamento; três vezes sofreu naufrágios, aquele homem de Deus viu a morte muito de perto (2 Co. 11:25). O perigo rodeava a vida de Paulo: perigo em viagens, perigo no meio de seus concidadãos, perigos no meio do povo gentio, perigo no meio de salteadores, perigos nos rios, nos mares, perigos no deserto, perigos entre falsos irmãos. Que vidinha (2 Co. 11:26)! O homem aqui em questão trabalhava de forma fatigante, sofreu sede e fome; sofreu frio e nudez, vivia em jejum, fez muitas vigílias pelas noites (2 Co. 11:27). O cuidado com as igrejas de Jesus consumia nosso personagem. Algumas vezes esteve escandalizado com alguma coisa no seu ministério, andou desanimado em outros momentos (2 Co. 11:28-29). Em Damasco teve, nosso homem, que fugir em um sesto para não ser preso naquele lugar (2 Co. 11:32-33). Paulo recebeu um espinho na carne, e não nos cabe está conjecturando o que seria, mas o que nos importa é que esse espinho era um incômodo ou de ordem física ou de ordem espiritual, que o atormentava sobremaneira. Ele mesmo diz que orou a Deus por três vezes e aquele mal não o deixou. Em algumas igrejas hoje ele teria sido acusado de não ter fé suficiente para ser curado ou está em pecado (2 Co. 12:7-8).
          Que tipo de evangelho é esse que estamos vivendo, em que o apóstolo Paulo estaria de fora? Isso é muito perturbador. Já ouvi muitos dizerem que estamos precisando de um novo Martinho Lutério, contudo tenho cá minhas dúvidas, pois acho que precisamos mesmo é de um Paulo revolucionando o mundo atual com seu ministério de salvação. Ou estamos mister dos dois!
          
       
       
       
 

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