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sábado, 8 de junho de 2013

UMA PARCERIA QUE SEMPRE DEU E DARÁ CERTO



          No capítulo 11 de gêneses, primeiro livro da bíblia, o que se ver ali é o ser humano com seu intento egocêntrico de viver alienado do conhecimento de Deus. O que se ver é o homem deixando Deus de fora de seus planos e negócios. Aparentemente parecia que eles iam ter exito na construção daquela torre e chegar ao céu sem a participação de Jeová, o Deus de Israel. Aquele projeto arquitetônico ia muito bem, segundo o entendimento daqueles homens. Até que um belo dia tudo foi de água abaixo. A coisa emperrou. Nada dava certo.
         Já no capítulo 12 do mesmo livro vemos um outro projeto sendo proposto. Desta vez não é o homem que se dispõe a realizá-lo, mas o próprio Deus se apresenta como o idealizador e realizador de tamanho negócio. Nesse novo intento é o próprio Deus que chama a um homem para ser parceiro em sua empreitada. A empreitada é de Deus, o homem é seu mero instrumento de realização, pois o Senhor quer sempre contar com alguém seu para fazer algo na terra.
          Desta feita é o próprio Jeová quem promete fazer célebre o nome de alguém. O Senhor disse a Abraão que faria dele uma grande nação. E não só isso, o Deus de Israel fez promessas a Abraão em três dimensão: geográfica, identidade e vocação.
          Na dimensão geográfica, Deus promete a Abraão um endereço geográfico: "Sai-te da tua terra, e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei". Ele teria uma terra para morar e dela viver. Nessa terra, Canaã (Gn. 12:5), surgiria a nação judaica, mas não seria a nação que o Senhor prometera a Abraão, a nação que lhe foi prometida seria uma nação de crentes espalhados por toda a face da terra, pois cada crente é um filho espiritual de Abraão, pois abraão foi crente, ao crer no convite de Deus e ir para uma terra que ele não viu, nem sabia onde e como era (Hb. 11:1). Todos da fé são descendência de Abraão. Por isso uma grande nação saiu de Abraão.
          Na dimensão da identidade, vemos que nas duas nações que a Abraão pertencem - igreja e Israel, seu nome é a expressão humana maior. Tanto para o judeu como para a igreja esse homem é um emblema. Não existe judaísmo sem o pai Abraão (Mt. 3:9) nem a igreja sem a fé de Abraão. O povo de Babel não teve um que se identificasse como seu líder. Na promessa de Deus houve um identificado como líder. Todo mundo sabe quem foi Abraão. Abraão é filho de Tera, descendente de Sem (Gn. 11:11); de quem seria formado o povo judeu; natural de Ur dos Caldeus, casado com Sara, depois residente em Canaã, mas a cima de tudo pai da fé. Essa era a identidade de Abraão.
          Na dimensão da vocação, Abraão foi vocacionado para abençoar a todas as nações com a presença de um povo cheio do Espírito Santo (a igreja). Em toda a face da terra há presença de um crente, representante da fé de Abraão.Onde a igreja se avoluma, por tabela se avoluma a bênção de Deus. Não vou te afirmar, mas por que seria que o Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul estão tão bem economicamente? No nosso caso seria por causa de um grande governo que tivemos, representado por aquele que foi tido como "o cara"? Ou seria pelo grande número de representantes da fé de Abraão? Está aí uma boa coisa para se pensar! Em ti serão bem dita todas as nações. Bendita é o mesmo que feliz. E essa nação nunca foi tão feliz. Os Estados Unidos e a Europa estão quebrados. Seria por causa da apostasia deles. Enquanto foram portadores da fé de Abraão fora "felizes", agora é só saudade. que estas nações criem juízo, se voltem para Jesus novamente e sejam felizes de novo. Digo isso dessa forma porque alguns países da Europa leem esse blog. Alguns países da Europa estão entrando e acompanhando esse trabalho em nosso blog. A Europa já evangelizou o mundo, hoje está precisando experimentar, de novo, as bênçãos do Senhor. A maior crise da Europa e americana, que também evangelizou o mundo, é espiritual, não é econômica. A presença abraâmica acabou-se nessas regiões. A presença abraâmica no BRICS tem feito toda a diferença. Deus prometeu abençoar todas as nações através de Abraão. E quando Deus fala alguma coisa acontece!
         O projeto do capítulo 11 não funcionou porque não incluía Deus em seus planos. O projeto do capítulo 12 funciona até hoje porque Deus estava e está no comando até hoje e sempre estará. Essa parceria vai sempre dar certo! Sem Deus, já disse alguém, não dá! É só tristeza, dor e decepção. Convida a Jesus para fazer parte de teus planos. Ele quer te ajudar. Ainda dar tempo. Ele é o Deus dos impossíveis. Peça a Ele para fazer um milagre em sua vida. Ele tem interesse nisso.

terça-feira, 4 de junho de 2013

JOSÉ, A PROVIDÊNCIA DE DEUS



          É notória a benevolência de Deus em exaltar a José, para que o mesmo pudesse salvar a casa de Israel e, não somente isso, mas salvar, também, o mundo da fome que viria em breve.
          Os vastos celeiros do Egito foram abastecidos. O alimento ali armazenado teria um destino: Suprir os necessitados naqueles anos de ausência de chuvas sobre a terra. Aqueles anos sombrios ameaçavam a tudo e a todos.
          Só Deus sabia da fome que estava por vir, nem José sabia, nem o Egito, nem Israel, mas Deus já tinha a solução: um instrumento de providência.
          

          I. José sendo preparado para ser instrumento da providência de Seus.


          1. José aborrecido por seus irmãos.

          Porque José era mais amado por seu pai, os seus irmãos começaram a aborrecê-lo. Isso fez com que o relacionamento entre José e seus irmãos ficasse prejudicado, restando-lhes apenas, como resposta a essa postura de seu pai uma intriga àquele Jovem, que nada fez para ser preferido de seu genitor. 

          2. José ousa sonhar.

          Pode-se dizer que com os sonhos noturnos daquele jovem, ele passa a delinear um projeto de vida para si. Passa a "sonhar" com dias melhores, o que não era próprio de seus outros irmãos, que estavam acomodados àquela vidinha que levavam. Aliás é o que está faltando hoje - jovem com a capacidade de sonhar com dias melhores. Até porque sonhar é de graça e quem sonha corre atrás. Só que com esse sentimento nobre daquele filho de Jacó, a ira de seus irmãos se ascende em definitivo. A partir disso, aqueles onze jovens não poupam esforços para bani-lo - a cova ou cisterna foi seu destino. O lançaram numa cisterna profunda.

          3. José é vendido.

          Por medo, os irmãos de José não o mataram. Mas o intento deles de banir a José não cessara. Tiraram-no da cova, onde colocaram-no e o venderam aos mercadores de escravos, que passavam por aquelas bandas. Depois mataram um animal e tiraram o coração do mesmo e levaram para Jacó e disseram que era de José, que fora atacado e morto por uma fera.
          Aqueles mercadores ismaelitas (Gn. 39:1) venderam José a Potifar, eunuco e capitão da guarda de Faraó.

          4. José é preso.

          Já no Egito, a mão de Deus era com ele. E como tudo que fazia, Deus o permitia prosperar, Potifar o pôs sobre sua casa e sobre tudo quanto tinha. Mas a mulher daquele capitão da guarda pôs os olhos e o desejou ter, como o jovem certa vez se esquivou dela e ela tendo ficado com a vestimenta dele nas mãos, a mesma usou aquela peça de roupa como prova contra ele, que foi parar na casa do cárcere, na prisão usada pelo rei para os seus presos.
          Todo esse processo de provas que José passou - rejeitado pelos irmãos, colocado na cisterna, vendido como escravo, denunciado pela esposa de Potifá, não foi por acaso. Deus estava tratando com ele, pois o Senhor era com ele (Gn. 39:2). 
          Vejamos a trajetória de vida de José: Ele era o filho amado do pai (Gn. 37:3 - Mt. 3:17a). Começa aqui a perseguição de seus próprio irmãos, do seu próprio povo (Mt. 27:25). Todavia José passa ileso por esses maus tratos sem retribuir com a mesma moeda, sem sequer se indignar com seus detratores (Is. 53:7). José era o único dos irmãos que via a possibilidade de sonhar com dias melhores para os seus (Mt. 11:28-29). José foi entregue aos estrangeiros de seu povo (Mt. 26:14-16). Aqueles mercadores passaram a ter os destinos de José em suas mãos (Lc. 15:1). Negociaram com aquele jovem como muito bem quiseram. Por fim aquele valoroso rapaz foi preso de forma desleal e traiçoeira (Mt. 26:48). Mais uma vez aquele moço não se exasperou, não reagiu diante de mais uma situação de vexame. Ele não murmurou perguntando, por exemplo: Por que tudo isso meu Deus? Ou coisa do tipo.

          II. José preparado para executar a providência de Deus

          Naquela nação só José estava preparado para se aproximar do rei. (Gn. 41:55 e Jo. 14:16). Deus exaltou a José naquela nação, para que pudesse executar seu plano de livrar aquela terra da terrível fome que estaria para vir. Deus na sua onisciência sabia daquela iminente catástrofe, se é que assim podemos chamar àquela estiagem, naquelas bandas, logo preparou alguém seu para fazer provisão.
          É interessante notar que, quando o próprio rei era procurado, mandava que o povo procurasse a José para que lhes atendesse (Gn. 41:55 e Jo. 5:23).
          José preparou os celeiros, por isso foi indicado pelo rei para administrá-los (Gn. 41:33,36,38 e Hb 1:1-3). José levantou uma quantidade enorme de trigo para que pudesse fazer face às exigências do enfrentamento do problema (Gn. 41:39).
          Quando dizemos que José estava preparado para administrar  os celeiros, é que ele, além de prepará-los soube distribuir de forma eficiente o trigo ali contido.
          Os celeiros foram cheios por José com a finalidade de satisfazer o povo na hora da necessidade. E ele, José, os abriria no tempo certo. E que tempo seria esse? Na hora do grito do povo por socorro (Gn. 41:55,56).

          III. José executa a providência de Deus. 

          No tempo certo, na hora do grito do povo, no desespero geral, José abriu os celeiros (Gn. 41:55,56). E enquanto se ouviu falar de fome, José estava a postos para atender. Enquanto um faminto procurasse por alimento, ali estaria a solução. Os celeiros eram para isso. Para socorrer o homem na sua necessidade mais urgente: saciar a sua fome. Dos recantos mais remotos da terra vinham os que precisavam matar a sua fome (Gn. 41:57). Fome é para ser saciada. Quem tem fome venha! Sacie-se.
          Até hoje não se ouviu de alguém que saiu reclamando que não foi atendido. Havia suprimento para todos. Todos podiam comprar.

          Concluindo devemos entender que Deus sempre contou com um mediador quando resolveu efetua sua providência. Foi assim com Davi, quando o elegeu para ser rei em Israel. De sua unção até o seu reinado levou um bom tempo, diga-se de passagem. Tempo esse que serviria para que ele, como José, fosse preparado. Há quem fale em quatorze bons anos. Mas não há quem duvide que esse homem, também, foi instrumento de providência de Deus, naquele momento, o que não foi o caso de Saul, que em momento nenhum foi trabalhado por Deus. Saul foi uma invenção humana. Por isso mesmo não deu certo.
          Lançando-se, também um olhar sobre o apóstolo Paulo, percebemos que ele passou por um deserto preparatório, por isso estava apto para executar a providência de Deus no que se refere a missões (Atos 9:16 - E eu lhe mostrarei o quanto deve padecer pelo meu nome) e vemos toda a sua trajetória de providência divina sobre a igreja.
          Cada crente, ao ser provado (Rm. 5:3-5), está sendo preparado para ser instrumento de Deus no que se refere à sua providência.
          Em fim, a grande culminância de sua providência: JESUS o CRISTO de Deus, que também teve o seu tempo de preparação (Is. 53:3-10) pode fazer providência em todas as áreas da vida do homem (Sl. 40;1-5). Ele resolve a maior necessidade do ser humano - a fome e a sede espiritual do mesmo (Ap. 7:16 e 22:17).
          José vendeu, Jesus, porém dar de graça (Ap. 21:6) - E disse-me mais: "Está cumprido. Eu sou o alfa e o ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. E ainda: Eu sou o pão da vida (Jo. 6:48). Os patriarcas judeus comeram do maná no deserto e morreram, mas quem comer do pão que desceu do céu viverá para sempre (Jo.6:58). Pessoas preparadas por Deus, sempre serão instrumentos de sua providência.
                         



 

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