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quinta-feira, 14 de abril de 2016

BÊNÇÃO E MALDIÇÃO (PARTE 9)






          MALDIÇÕES EM BENS PATRIMONIAIS



          Certa vez eu ministrava sobre este assunto numa igreja, onde pastoreávamos, num bairro por de Mangabeira VII, em João Pessoa-PB., e, ao terminar o culto uma irmã, juntamente com sua família nos procurou e tentou falar do que estava acontecendo em seu apartamento, no mesmo bairro da igreja. Segundo ela, estavam acontecendo algumas coisas muito estranhas em seu lar: móveis se moviam no apartamento que ficava logo acima do seu. Sua filha, ainda criança sentava-se no chão daquele apartamento e, segundo ela, a criança começava a brincar com alguém, invisível a quem a chamava de "Nossa Senhora. As brincadeiras aconteciam por horas a fio. Aquela irmã e sua mãe, por vezes reclamavam com aquela criança, pois seu lar é evangélico. Como aquilo consumia suas paciências. Isso acontecia quase todos os dias, por muito tempo. Elas escondiam para que ninguém questionasse a sua fé. Mas naquele culto a irmã e sua mãe viram uma possível saída para seu problema. Terminado o culto nos convidaram a ir no prédio onde moravam, para só assim conversarem mais sobre o assunto. E foi o que fizemos. Certa noite fomos, eu minha esposa, visitá-las. Enquanto estávamos lá foi que notamos que o problema era muito maior do que se parecia e porque elas haviam nos chamado até sua residência. Chegamos por volta de sete horas da noite. Enquanto conversávamos, notamos que alguém estava arrastando móveis pesados no andar de cima do apartamento daquelas irmãs. E eram móveis grandes e pesados, pois o rangido dos pés arrastando daqueles móveis era alto. E, antes que perguntássemos se havia alguém se mudando no andar de cima, as duas me lembraram que era daquilo que elas nos falava, na igreja, ou seja: o apartamento estava fechado por anos. Não morava ninguém ali. Fiquei incomodado, pois confesso - nunca tinha visto tal coisa, embora já tivesse ouvido falar de algo semelhante. Não vimos menininha brincando com "Maria", mas fiquei preocupado, pois segundo elas aquilo lhes tirava o sono por noites inteiras. Vi o semblante das duas decaírem. Ficaram arrasadas com o que estávamos ouvindo de lá de cima. A partir daí fiquei à vontade para ajudá-las.
          Fiz uma verdadeira investigação nas suas vidas cristãs. Nada foi detectado. Elas notaram que fiquei meio decepcionado. De repente, e depois de muitos questionamento, as perguntei se as mesmas guardavam aulgumas lembranças do tempo em que não conheciam o evangelho do Senhor Jesus. Recebi uma negetativa desconcertante, que quase desisti. Quando menos se esperava uma delas disse: a não ser um simples patuá que tenho dentro do bolso de um casaco velho. Juro que não dei a menor importância para aquele fato novo. Mas a mandei buscar. De fato era muito insignificante. Um pequeno saco medindo cerca de dois e meio por um e meio centímetros, com um cordão fixado em duas das extremidades, para se colocar no pescoço e só isso. Mas aí comecei, por saber o que significa o que sejam patuás, as pedi que a mesma falassem mais sobre aquele pendente. Foi quando ela rasgou o patuá e tirou de dentro uma pequena oração de um santo qualquer, a leu e nos disse que havia recebido aquilo num terreiro de macumba. Foi quando senti de orar quebrando toda ligação que havia entre aquele lar cristão e quele pequeno instrumento de maldição e as pedi que o jogassem fora. Aquelas irmãs congregavam-se em nossa congregação e os anos se passaram e nunca mais a criancinha delas brincou com "Nossa Senhora" e nunca mais falaram de barulho de móveis sendo arrastados no apartamento de cima.
          Depois de cerca de quatro anos pastoreando em Mangabeira VII, fui pastorear outra congregação, noutro bairro, em João Pessoa, por nome Água Azul. Como sempre, ministrei sobre esse assunto também ali. Quando para a minha surpresa, um irmão muito querido, me interpelou de forma muito cautelosa: pastor eu acho que estamos precisando conversar sobre esse assunto. Isso ele me disse dentro de seu carro, no qual nos levava, de nossa casa para a congregação todos os dia de culto, pois eu não tinha um transporte para tanto. Mas se calou sobre o assunto e eu não o forcei para me falar. Outro dia dentro de seu carro novamente se refere sobre a assunto e mais uma vez não vai adiante. Até que um dia desses ele não se aguentou e se pois a falar: pastor eu e minha esposa estamos com um problema. Eu não me pronunciei pois achei que ele se calaria novamente. Mas desta vez ele falou: pastor, disse ele, meu filho está com alguma coisa errada. Todas as vezes que a mãe chega perto dele, o mesmo começa a pedir que ela se afaste. Eu perguntei: por que? Ele me disse que a criança começa a gritar e mandá-la se afastar, pois segundo o menino, ela crescia tanto que chegava a ficar da altura do teto da casa e enchia todo o ambiente onde estavam. Isso já tem consumido a vida dos mesmos. A mãe crescia todas as vezes que se aproximava do menino, virava uma gigante. Tanto era que ele quando sentia sua presença se escondia debaixo da cama. Isso já fazia tempo que estava acontecendo e eles não aguentavam mais. Ainda dentro do carro, comecei a desconfiar do fato. Fui à casa deles e nada de achar a causa para tão absurdo evento. Oramos com eles e nada. Mas continuamos na investigação para ver se detectava alguma coisa. Quando certa vez íamos para a igreja indaguei-os sobres os programas infantis que a criança tinha acesso na tv e nada de achar a causa. Outro dia os pais me relataram que o filho tinha um bichinho virtual (eletrônico de nome chinês ou japonês - Tamagotchi) que tinha que o alimentar por várias vezes durante o dia e inclusive à noite e por vezes pelas madrugadas. Aí estava a fonte daquele problema. Aquela criança, como muitas naquele tempo, se tornaram escravas daquele brinquedo. Serviam aquilo com uma devoção tão grande, que virou dependência, virou domínio. Aquele brinquedo nada mais era do que um demônio querendo ser servido, adorado e logo exercia domínio sobre as crianças que os tinha. E o que fazer, me perguntaram. Fui prático e objetivo: Quando chegarem em casa hoje, ponham esse ídolo no chão (lugar de humilhação) de vossa casa e solenemente orem desfazendo toda ligação do menino com o mesmo; em seguida peçam ao menino que pegue um martelo, pois o pai era pedreiro, e quebre bem de vagarinho, pronunciando palavras de desprezo ao maldito objeto de culto da criança. Assim o fizeram e nunca mais se queixaram daquele mal.
          Certa noite estávamos em casa quando alguém chega pedindo que fôssemos urgente à casa da filha de um pastor de nossa de deniminação (MEPB-PB), que morava em nosso bairro, pois o filho da mesma, com cerca de sete ou oito anos, estava ameaçando, com uma faca, matar a mãe. A princípio não entendi nada. Como uma criança dessa idade ameaça a mãe de morte e alguém levava isso a sério? Só quando cheguei lá foi que entendi o acontecido. Aquelas pessoas que lá estavam me falaram que ele, pelo que entendi, era fã do pokemon (desenho global que fazia muito sucesso entre as criança, nesse tempo) e me pareceu que o mesmo tinha alguma coisa daquele ídolo e por isso aquela ameaça violenta contra a mãe. Não fiz nada, pois alguém chegou ante de mim e orou e expulsara o Pokemon e tudo estava já calmo.
          Existem bens carregado de maldições, contaminando sua vida espiritual e até sua saúde e seu futuro. Livre-se dos mesmos. Lembrem-se dos despojos de Acã (Js.7:21-26) quanto males lhes fez. E o que dizer dos presentes que Geazi recebeu de Naamã (2 Rs. 5:20-27)? No caso de judas que recebeu trinta moedas para entregar Jesus e amaldiçoou sua vida, chegando a se suicidar. Ananías e sua esposa Safira retiveram parte do dinheiro que consagraram à obra de Deus e ambos morreram (At. 5:1-16). Cuide-se! Existem bens amaldiçoados em nossas posses, que por sua vez estão gerando dor e tristezas! Dinheiro e bens mal adquiridos. Está escrito em provérbios que heranças adquiridas antes do tempo traz maldição. Enfim, observe se seus bens são uma benção de verdade e não uma maldição. Em caso da segunda hipótese, ore e repreenda todo mal. Pois o Senhor tem mais de oito mil promessas de bênçãos para você. Ele te ama.  
       

segunda-feira, 4 de abril de 2016

BÊNÇÃO E MALDIÇÃO (PARTE 10)






          MALDIÇÃO HEREDITÁRIA, VERDADE OU MITO?          




          Outro assunto controverso no meio evangélico. O que podemos pensar, de fato, a respeito de tal tema? Devemos desconsiderar pelo fato de ser apenas um mito ou deveríamos nos debruçar sobre esse evento? Eis uma coisa para pensarmos!
          Se considerarmos a segunda hipótese, isto é: "lançar um olhar mais acurador sobre o assunto", devemos fazer algumas considerações que julgo interessante.
          Primeiro: o que é maldição? Segundo Aurélio: 1. sf, ato ou efeito de maldizer ou amaldiçoar. 2. Praga. 3. Infortúnio, desgraça. Por outro lado alguns teólogos ou estudiosos da bíblia afirmam que maldição é o ato de autorizar demônios a agir na vida ou em outras áreas da vida humana como bens, profissão, negócios, casamentos, finanças, saúde, e etc., o que não deixa de ser uma praga, infortúnio ou, ainda desgraça, como dizem os dicionários sobre essa ação angelical do mal (Ef. 2:2).
          segundo: Essa autorização tanto pode ser dada por Deus como por qualquer pessoa. E no  caso específico, a autorização foi ou é dada pelo fato de uma pessoas adorar, servir ou prestar culto às imagens de escultura (Ex. 20:1-5), por pura desobediência a Deus. Não estamos falando aqui de possessão demoníaca, que é outra coisa. Na maldição os demônios ficam apenas na influência, já na possessão eles passam a viver dentro do indivíduo, embora seja, também, uma maldição. Adorou, prestou culto a ídolos, ou os venerou, autorizou-se o reino das trevas a agir.
          Uma coisa que aprendi na vida e não abro mão é que contra fatos não há argumentos. Vamos às considerações sobre isso:  Você, com certeza, conhece famílias que parecem está enfronhadas num manto de maldição. As mulheres só se casam sem serem mais virgens. Noutras imperam o alcoolismo e outros vícios como o das drogas. Noutras o vícios do jogo até destroem a vida financeira que por sua vez destroem lares inteiros. Por outro lado há famílias que têm um índice de casamentos desfeitos alarmante, chegando ao absurdo. Há casos que na família o pai tinha tendências homossexuais e o filho, no decorrer de sua vida, começa a si sentir atraído pelo mesmo sexo. Sabe-se de histórias em que o avô ou bisavô cometeram suicídio e isso aconteceu a alguns descendentes. Vários são os casos de mulheres que são amarguradas com seus esposos; têm aversão ao sexo oposto por ter visto e ouvido a vida toda, de sua avó e mãe, que o homem não merece confiança e que fidelidade não faz parte da índole masculina. Várias se separam por causa disto. O que dizer de doenças hereditárias, que a própria ciência comprova sua existência? Conheci e conheço famílias onde a pobreza e a miséria reinava e reina absoluta.                
          Há pessoas que estão vestidas de maldição como de uma túnica. Tudo que poem a mão dá para trás ( Sl. 109:18).
          Claro que uma coisa deve ser dita aqui: maldição não tem nada a ver com salvação. O cristão está salvo mas pode levar uma vida sem a abundância que Jesus disse ter para ele.
          Apesar dessas evidências, você meu leitor, já deve ter visto pregadores ou literatura contra esse nosso ponto de vista. Vi um que até aconselha, de forma pereptória aos cristãos a não frequentarem as igrejas onde se trabalha esse assunto, sob a premissa de que Jesus já resolver tudo isso (Isaías 53). Esses teólogos que pensam assim, no seu material até pedem aos cristãos sérios que saiam de sua igreja se seus pastores defendem isso. Esses teólogos ou pastores, pois há pastores, nesse meio, que chegam a afirmar que  "os defensores da doutrina da maldição hereditária" estariam afrontando a palavra de Deus, uma vez que as sagradas escrituras afirmam que tudo se fez novo (2 Co. 5:17), que Deus já levou todo nosso passado (Is. 53:1-5). Isso é fato, e como já afirmei, não há argumento, tenho que concordar com os tais. Concordo também com os mesmos quando dizem que não precisamos de promover cultos de quebra de maldições.
         Ficou confuso? Explico. A bíblia afirma  de forma categórica que os que estão em cristo Jesus, nova criatura são, e que as coisa velhas passaram e tudo se fez novo (2 Co. 5:17 ). Isaías 53:1-5 diz que Ele tomou nossas enfermidades... E pelas suas pisaduras fomos sarados. No segundo textos há verbos no passado, pois Deus é atemporal. Isso leva muita gente ao erro exegético. Como? Calma! Se eu estiver certo, Isaías estava falando de Jesus, todavia usando o verbo no pretérito perfeito e não no futuro, como seria isso? Esse é o problema! Isaías estava falando de algo que ainda não havia acontecido, porém como já tivesse passado, acontecido. Todavia Paulo estava, no primeiro texto, falando de algo no presento do indicativo, logo em seguida usa um verbo no pretérito perfeito, portanto real, no nosso tempo.
          Vamos tentar explicar. Isaías, que viveu a 765 anos antes de Jesus, disse que o Messias levou e sarou (pretérito perfeito - aconteceu no passado de Isaías), quando o certo seria dizer: "levaria e sararia" nossas enfermidades (pretérito imperfeito - não aconteceu no tempo de Isaías nem no passado dele). Por outro lado, Paulo estava falando de algo que já passara(aconteceu no tempo dele e depois). É que isso em Isaías se trata de uma profecia, e o tempo de uma profecia é: aqui, ali e acolá. E entre esses dois eventos há uma supressão de tempo que só a prática do ministério de Jesus esclarece.
          Vejamos: Quando foi que Jesus curou a mulher com um fluxo de sangue (Lc. 8:40-47)? Quando ela tomou a iniciativa de ser curada pelo Mestre. O que dizer do cego de Jericó? Ele precisou clamar e só assim foi curado. Lázaro foi ressuscitado quando sua irmã foi a Jesus. O filho da viúva de Naim foi ressuscitado porque sua mãe foi interpelada por Jesus. O paralítico do tanque de Betesda foi liberado de seu mal, porque atendeu o comando de Jesus para andar. O cego que lavou-se no tanque de Siloé só viu depois que obedeceu ao Messias e lavou-se no mesmo. O endemoniado gadareno recebeu a cura de seu mal porque Jesus foi procurado para tanto. A filha de Jairo foi ressuscitada porque seu pai intercedeu junto a Jesus por sua causa. Mas como diz a própria bíblia que os milagres e sinais que Jesus fez não caberia em um livro, elenquei alguns aqui para termos uma ideia de alguns e nos tais vermos que Jesus efetuou esses milagres e sinais, contando sempre com a anuência de alguém. Sempre havia alguém participando, de alguma maneira, de sua ação sobrenatural.
          Deixei de fora apenas o momento em que Jesus andou por sobre as ondas, a multiplicação dos pães e outros que por ventura não estão aqui listado por não se tratarem de sinais, mas dizerem respeito ao dom de maravilha (1 Co. 12) que operava no ministério de Jesus. Dom de maravilha não precisa da participação de um coadjuvante, pois trata-se da interrupção brusca no curso normal da natureza.
          E por que fiz essa exposição? para lhe mostra que o que foi profetizado por Isaías 53 no velho testamento diz sim respeito ao ministério de Jesus no novo testamento.
          Agora quero chama sua atenção para um detalhe que também julgo fundamental: Isaías profetizou como sendo algo acontecido ante seu tempo e Jesus realizou no tempo dEle. E isso deveria chamar nossa atenção para uma outra coisa: Todas as pessoas mencionadas acima tiveram que tomar ciência de suas pendências, para então serem alvo do ministério de cura de Jesus. Outra coisa notória é o fato de que as enfermidades que foram curadas não foram apenas doenças físicas, mas também de ordem espiritual. O que nos leva a pensar que outras doença foram alvo do ministério de Jesus. E partindo do princípio de que essas mazelas eram todas de fonte de maldição, advindas do pecado, podemos dizer, via de regra, que isso são maldições.
          Contudo nosso alvo aqui é discorrer um pouco sobre maldições hereditárias, aquelas adquiridas de nosso antepassados (Ex. 20:5). Elas existem, são uma realidade, quer enfermidades físicas ou de outra ordem e que segundo os pensadores opostos a essa realidade, já foram canceladas no dia da conversão e se isso fosse verdade, por que os mesmo continuam orando por enfermos e doentes, se elas também fazem parte das maldições hereditárias? Não me refiro, aqui, às enfermidades e doenças adquiridas por descuido com a saúde. Muitas são hereditárias e tais teólogos oram por elas. Isso não seria uma afronta, também, à palavra de Deus? 
          Todavia você pode alegar: "mas em Ex. 20:6 está escrito - e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos". Meu amigo, quer misericórdia maior do que você detectar que tem uma maldição hereditária e orar pedindo seu cancelamento? Como você faz com qualquer outra doença? Coitados dos que rejeitam a doutrina da maldição hereditária, e vivem, ainda orando por enfermos e doentes, uma vez que segundo eles, tudo já foi feito, Deus resolveu tudo.
          Detectou uma enfermidade de qualquer ordem e origem, inclusive hereditária, leve ao pé da cruz e serás alcançado pela misericórdia do Senhor, pois você O ama e obedece seus mandamentos! Ah! um conselho: Não fique em igrejas que afrontam a palavra revelada orando apenas por enfermidade do presente, pois pode olhar que em sua família tem uma maldição hereditária da qual você ou outro familiar pode ser alvo. Ore por ela também. Concordo quando dizem que não se precisa fazer culto de libertação, mas notou uma maldição deste tipo ore onde estiver.
           Maldição hereditária existe e deve ser estancada. Pois tudo que ligarmos na terra será ligado no céu e tudo que desligarmos na terra será desliado no céu (Mt. 18:18).
          "A bênção do Senhor enriquece e com ela não trás desgosto" (Pv. 10:22). Cuidado! No meio do povo de Deus sempre existiram esses doutores da lei.         
 

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