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sábado, 22 de setembro de 2012

O DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 11)





          AS DUAS TESTEMUNHAS DO APOCALIPSE



          Quem são essas duas testemunhas de apocalipse capítulo 11:1-14? Serão elas Moisés e Elias, ou Elias e Enoque? Muita discussão tem sido feita com relação ao assunto. Como o livro de apocalipse é um livro muito cheio alegorias, símbolos e figuras de linguagem, muito ainda vai se discutir sobre o assunto.



          MOISÉS E ELIAS



      Há uma corrente teológica que entende que o sentido dessa passagem não é literal. Segundo o pensamento dessa corrente, essas duas testemunhas não são duas pessoas físicas. Não se trata de dois seres humanos. Conforme esse pensamento, quando o escritor do apocalipse diz no verso 6: "Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova,  no dias de sua profecia;" isso seria uma alusão ao profeta Elias que no seu ministério profético orou a Deus e os céus foram cerrados e não choveu naquele tempo (I Rs. 17:1); e quando na segundo parte do mesmo verso diz: "...e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiser.", isso seria, nesse momento, uma alusão a Moisés, que fez tais maravilhas no Egito. Defendem ainda esses estudiosos, que aqueles dois não irão ressuscitar e vir à terra e morrer outra vez, isso é apenas uma ilustração que o escritor usa para mostrar o testemunho da lei (Moisés) e dos profetas (Elias), expressão que Jesus sempre usou na sua pregação. Quanto às duas testemunhas morrerem em praça pública, significa que a palavra de Deus parece fracassar devido à perseguição que sofrerá e ressuscitar depois é a prova de que as portas do inferno nunca prevalecerão contra o reino de Deus.



          ELIAS E ENOQUE



          Por outro lado temos os que acreditam que as duas testemunhas são dois homens, que profetizarão no período da grande tribulação e se trata de dois que não provaram a morte: Elias e Enoque. Segundo esse pensamento Deus os poupou da morte para que tivesse autoridade de serem profeta nesse período tão crítico da humanidade. Também segundo esse pensamento os dois estarão pessoalmente nesse mundo sustentando e defendendo a palavra de Deus, literalmente. Ambos serão perseguidos e mortos e ressuscitarão para impactar o mundo com o seu testemunho. De acordo com esse pensamento só esses dois podem morrer na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito (Ap. 11:8) - Esse é o estado espiritual do Israel de então. Não pode ser Elias e Moisés, porque a bíblia diz que ao homem é dado morrer uma vez, e nesse caso Moisés estaria morrendo duas vezes? Seria bom se averiguar esse porém. Quanto a Elias e Enoque estarão morrendo uma única vez e ressuscitando, também uma só vez.
          


          Dilemas teológicos à parte, Teremos duas testemunhas no cenário do apocalipse. Se literal ou figuradamente, agora não importa, o fato é que Deus nunca deixa o mundo sem testemunho. Ele não é um deus apático, Ele se interessa por aqueles que foram criados segundo à sua imagem e semelhança.



                    

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 10)





          OS DOIS CORDEIROS



          Sabe-se que há muitos símbolos na bíblia que apontam para Jesus. Um desses símbolos é o cordeiro que é um tipo de Jesus. A primeira vez que se fala em holocausto na bíblia é em gêneses 22:7-13. Aquele cordeiro já indicava que o Cristo de Deus iria morrer pelos pecados dos homens, embora que no capítulo 15:1-16 se fale em holocausto, esse é de  muitos animais. O primeiro como cordeiro para sacrifício específico foi confiado a Abraão.



          O PRIMEIRO CORDEIRO



          O primeiro cordeiro era filho de gado miúdo. Em êxodo 12:1-28, na instituição da páscoa, diz: "O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula (defeito), um macho de ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras,". Esse cordeiro livrou, com seu sangue, o povo Judeu da mortandade que assolara o povo egípcio naquele tempo. O sangue daqueles animais era o símbolo de livramento. Em Êxodo 29:39-41 vemos novamente a presença do sacrifício do cordeiro, desta feita, de dois: um pela manhã e o outro à tardinha. Esse era específico para livramento do povo judeu. Em Números 28:3-4) mais uma vez vemos esses dois cordeiros sendo utilizados no sacrifício ordenado por Deus ao seu povo. O sangue desses animais era diretamente ligado à prática religiosa judaica, embora apontasse para o sangue de um outro cordeiro que havia de vir Jesus Cristo o filho de Deus.



          O SEGUNDO CORDEIRO



          O segundo cordeiro era filho de Deus. Foi prometido pela primeira vez em Gêneses 3:15, e em vários outros livros e outras profecias do velho e ratificado no novo testamento. Foi gerado pelo Espírito Santo (Mt. 1:18), logo era sem mácula (sem pecado), não recebeu nenhuma hereditariedade de Adão, por isso não conheceu pecado. Não lhe foi transferida nenhuma influência da natureza humana e do pecado. Em Isaías 53:7 fora predito o seu sacrifício. É provável que Jeremias 11:19 esteja falando da mesma coisa. No evangelho de João 1:29, o profeta João Batista, inspirado por Deus,  diz: ..."Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo". Já em I Coríntios 5:7 diz: "... Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós." Na primeira epístola de Pedro, no capítulo 1 verso 19 ele diz: "Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um coreiro imaculado e incontaminado,". Apocalipse 5:6: relata o sacrifício do cordeiro de Deus e no verso 12 o louvor dos anjos ao cordeiro que foi morto (não é mais), pois reviveu e reina para sempre, amém. Verso 13: ver-se o relato de toda a criatura louvando ao que está assentado no trono e ao cordeiro. Capítulo 7:10 de apocalipse diz que a salvação pertence ao nosso Deus e ao cordeiro; capítulo 12:11 nos diz que os cristão salvos venceram o acusador (diabo) pelo sangue do cordeiro; capítulo 13:8 mostra que o cordeiro detém um livro com o nome daqueles que são seus; capítulo 17:14 diz que o cordeiro é o Senhor  dos senhores e Rei dos reis; capítulo 19:7 fala-nos do casamento do cordeiro com a sua eleita - a igreja santa, sem mácula e sem defeito, como Ele; capítulo 21:23 relata que o cordeiro será a lâmpada da nova Jerusalém; o capítulo 22:3 fecha dizendo que o trono do cordeiro está na nova Jerusalém, cidade que do céu descerá ataviada como noiva para o seu noivo. 
          O sangue do cordeiro de Deus é para todos, não é para uma nação específica. Esse livra a todos da morte. Não da morte física, como foi o caso de Israel, que teve seus primogênitos poupados do anjo da morte no Egito, mas da morte espiritual, que é a segunda morte, o lago de fogo e enxofre, o inferno, que foi preparado para o diabo e seus anjos, mas agora para todos os que estão alienado de Deus, desobedecendo a sua palavra. Receba o cordeiro de Deus e fique livre deste perigo. Jesus te ama.




OS DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 9)





          AS DUAS BESTAS



          Aqui vamos abrir um parêntese para mostrar que há um, que sabendo do valor de duas testemunhas (Dt. 17:6), usa, disfarçadamente, desse recurso da dupla testemunhabilidade tão usada por Deus. Esse a quem nos referimos é nada mais, nada menos do que o diabo. Satanás também faz questão de ter suas testemunhas. Não sabemos se você já parou para pensar no fato de que ele sempre quis imitar a Deus. Ele é "expert" em imitar ao Senhor. 
          As duas testemunhas do inimigo do povo de Deus são as duas bestas do apocalipse. E aí você pode estar se perguntando: testemunhar o que? O que é que o pai da mentira quer essas duas testemunhas testemunhem? O diabo até aquele momento, inclusive hoje, não quer que a humanidade saiba que ele existe e que está atuante no mundo. Ele não quer que ninguém saiba que tudo de mal que acontece ele está por trás. Ele quer que Deus leve a culpa, pois todas as vezes que uma coisa ruim acontece, a pergunta que se ouve é: "onde está Deus?" Quando deveria ser: "Quem fez isso? Aquele que veio para matar, roubar e destruir?" Mas um dia ele vai querer ser revelado à raça humana. Ah, se vai! O diabo recebeu procuração dada por Adão para governar a terra, mais não quer que ninguém saiba disso. Ele governa esse sistema  mundano de coisas. A bíblia diz que o mundo jaz no maligno. Um dia ele estará presente, de cara "limpa" no mundo. Ele vai usar um homem para está pessoalmente na terra (II Ts. 2:9). Esse homem será um governante mundial: O ANTI CRISTO. O 666. Esse homem será o único governante mundial quando do evento da segunda vinda de Jesus ao mundo. Nesse período, não haverá presidente de nações como hoje.



          A PRIMEIRA BESTA



          A primeira besta, muito provavelmente, se trata da igreja católica. As característica apontam frontalmente para o império romano religioso - o catolicismo.
          Apocalipse 13:1 começa assim: "E eu pus-me sobre a areia do mar; e vi subir do mar..." Essa expressão: MAR geralmente é usada na bíblia para  indicar nações, povos. Essa besta será levantada das nações. "A besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas..."Isso refere-se ao poderio que se exerce sobre outrem. O que é o caso de Roma com o seu poder sobre as nações. O verso 2 explica isso: "E a besta que vi era semelhante ao leopardo (Ágil, veloz - sempre chegou na frente do evangelho), e os seus pés como os de urso (garras e dentes afiados contra a verdade), e a sua boca como a de leão (sempre quis ser o substituto - vigário - do leão de Judá); e o dragão (um dos nomes do diabo - dragão e antiga serpente - Ap. 20:2) deu-lhe o seu poder, e o seu trono (o mundo), e grande poderio. No verso 4: "E adoraram o dragão que deu à besta seu poder;", nada mais é do que - quem adora, ou se dirige às imagem de escultura ou de fundição, adoram   ao dragão e não sabem. No verso 6 mais uma vez vai-se ver Roma fazer cruzadas contra os santos do cordeiro. Não tem como pensar em outra coisa sendo essa primeira besta. É o império romano transvestido de religião.



          A SEGUNDA BESTA



          
          Aqui não temos dúvidas, a segunda besta é um homem (Ap.13:18). Não podemos dizer muito provavelmente. Trata-se de um ser humano (II Ts 2:3), de carne e osso. Esse homem encarnará o próprio diabo (Ap. 13:11). A primeira besta vai sofrer um grande abalo (Ap. 13:12). Mas a segunda besta faz de tudo para que a primeira não desapareça, pois a primeira, devido seu poderio sobre as nações, de onde ela veio, servirá de profeta da segunda, do anticristo. O homem do pecado, como bom político que será, não iria perder esse grande cabo eleitoral.
          Esse homem da iniquidade irá escravizar a humanidade deste tempo de uma forma tão violente que terá o controle de todos em suas mãos. Provavelmente todos terão um chip com o qual serão controlados. Nesse provável chip estará o número de sua marca: 666, quase 7 que é o número da perfeição de Cristo. Quem conhece matemática sabe que esse número, 666 é uma dízima. um número que em uma divisão em matemática quer se aproximar do número 7. Divida 20 por 3 (6,666...). Esse homem vai querer se passar por Jesus. Por isso 666, uma imitação barata do 7 (II Ts. 2:4)
          Esse será o grande e último testemunho dos efeitos da existência do diabo que até então estará camuflado. Essa será a última investida de Satanás contra a raça humana, pois aí ele será preso e lançado no lago de fogo e enxofre (Ap. 20:10). Lago de fogo e enxofre que foi criado para ele, o dragão, mas agora para todos que não foram achados inscritos no 
livro da vida que é a segunda morte (Ap. 20:11-15), diga-se de passagem!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 8)





          OS DOIS DISCÍPULOS NO CAMINHO DE EMAÚS



          Mais uma vez vemos Deus fazer uso de duas pessoas para lhe servir de testemunhas, na realização de seu plano de salvação. Aqui dois dos discípulo de Jesus iriam fazer parte da divulgação da ressurreição do Senhor. Esses dois até então não tinham nenhuma importância nos eventos bíblicos. Mas agora eles aparecem no senário para serem testemunhas do fato sublime da cristandade: a ressurreição.
          Como aqueles dois estavam desanimados. Que aparição cênica triste. Que forma melancólica de entrar em cena. O seu mestre havia morrido, e morte de cruz. Eles sabiam que o seu Senhor prometera ressuscitar ao terceiro dia e que até aquele momento nenhum sinal de que isso tivesse acontecido. Parecia que eles estavam voltando para  casa como quem havia ido ver seu time do coração jogar a partida de futebol de final de campeonato e nela ter sido derrotado. Que decepção! O que eles não sabiam era que o time da salvação não perde uma, pois o seu técnico nunca perdeu e nem nunca perderá uma. 
          Emaús era uma aldeia que ficava a cerca de 11 quilômetros (sessenta estádios) (Lc. 24:13). Aqueles dois homens conversavam enquanto andavam naquele caminho.
          Enquanto andavam Jesus se aproxima deles e passa a fazer parte daquela conversa. Eles se lamentavam por aquela perda irreparável. Para fazer parte da conversa, Jesus lhes pergunta qual era o motivo da conversa deles e Cleopas, um deles, pergunta se Jesus era peregrino em Jerusalém. Os olhos daqueles dois homens estavam fechados, não conseguiam ver quem era o que estava ao seu lado.
          Os dois caminhantes  fazem um relato das coisas que Jesus realizou e sofreu em Jerusalém e da própria promessa que fez Jesus (Lc. 24:21). Falaram que umas mulheres haviam testemunhado da ressurreição Dele e que alguns outros já falavam dessa ressurreição, mas continuavam cegos. O próprio Jesus traça um relato sobre aquele evento que acabava de acontecer (Lc.24:27). Mas uma coisa os chama a atenção. Quando Jesus ia se retirando para seguir Seu caminho, eles dois pediram que o Senhor ficasse com eles, pois a noite já se avizinhava e era perigoso caminhar à noite e, ao aceitar o convite e estando todos à mesa, Jesus pegou o pão e, ao parti-lo caiu-lhes as escamas da cegueira e o reconheceram. No partir do pão!
          E qual foi a primeira atitude daqueles dois? Voltaram para Jerusalém e fazem seu relato testemunhal para o qual foram preparado. Jerusalém pressupõe vida. Emaús aponta para a cegueira e cegueira gera morte. Onde você se encontra? Em Jerusalém ou em Emaús?
         Dê uma volta, uma guinada de 360º e volte rapidamente para Jerusalém onde está o pentecoste de Deus. Aqueles homens devem ter experimentado a descida do Espírito Santo. Jerusalém é o lugar do avivamento, Emaús é caminho de morte. Volte! Amanhã pode ser muito tarde! Está difícil? Peça e Jesus vai partir o pão e você vai enxergá-Lo novamente. Jesus te ama.


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 7)

       



   AS DUAS MULHERES



         Num evento de tão grande magnitude como foi a ressurreição de Jesus, Deus fez questão de contar com duas testemunhas. Ele, o senhor, impulsionou o coração de duas mulheres para o propósito de que houvesse testemunhas naquele ocorrido, pois iriam, de todas as formas tentar negar aquele fato. E foi o que aconteceu. Os principais sacerdote e os fariseus reuniram-se e foram a Pilatos e pediram que aquela autoridade dispusesse de soldados para guardar o sepulcro de Jesus até o terceiro dia, visto que o Senhor garantia que naquele dia ressuscitaria. E assim foi feito, uma escolta foi montada para guardar aquele sepulcro, pois os sacerdotes e os fariseus temiam, como eles mesmos disseram a Pilatos, que os discípulos roubassem o corpo de Jesus e dissessem que o Mesmo ressuscitara (Mt. 27:62). Mesmo assim Jesus ressuscitou no terceiro dia, no primeiro dia da semana, no domingo. E diante do fato da ressurreição do Senhor, alguns da guarda designada para guarda o lugar onde Jesus foi sepultado foram comunicar o ocorrido aos principais sacerdotes, os quais se reuniram com os anciãos de Israel e levantaram uma grande soma de dinheiro e deram aos homens da guarda para que eles mudassem a versão da história, dizendo que os discípulos do mestre vieram à noite e roubaram o corpo dele, enquanto os soldados dormiam. Os da guarda de Pilatos foram subornados para negarem a ressurreição de Jesus, mas mesmo assim não puderam ofuscar o maior símbolo do cristianismo - a ressurreição. Embora essa versão dos soldados seja defendida até hoje pelos judeus (Mt. 28:11-15). Ainda hoje os conterrâneo de Jesus acreditam que o corpo do Senhor foi surrupiado pelos discípulos com o intuito de justificar a ressurreição. Jesus ressuscitou, haviam duas testemunhas na cena, que jamais seriam corrompidas pelo dinheiro da corrupção. Elas estavam ali para isso, para testemunhar a favor da ressurreição com a qual  Deus garante, em Jesus a ressurreição de todos os que creem na sua palavra.



          A PRIMEIRA MULHER



          No velho testamento as pessoas eram conhecidas pelos seus nomes + o local de origem - Jesus de "Nazaré (sua cidade), Simão cireneu (de Cirene, sua cidade) e etc. Maria madalena (de Magdala, sua cidade) e a outra Maria foram ver o sepulcro (Mt. 28:1). Maria Madalena foi aquela que lhe foram expulsos sete demônios (Lc. 8:2). Ela era uma daquelas mulheres que andavam com Jesus na pregação do evangelho do reino.



          A SEGUNDA MULHER



          A outra mulher citada no verso 1 de Mateus 28, provavelmente se trata de Maria mãe de Tiago e José que se encontrava juntamente com Maria Madalena na cena de crucificação de Jesus ( Mt. 27:56). 
          



terça-feira, 11 de setembro de 2012

O DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 6)






          OS DOIS POVOS




          Na bíblia sempre aparece a expressão: Judeus e gentios (Is. 49:6). Às vezes: Judeus e grego (Rm. 3:9). Judeus e as outras nações (Êx. 34:24). Fato é que para a bíblia só existe dois povos; judeus e as nações, judeus e os outros.



          OS JUDEUS



          Nação descendente de de Sem, filho de Noé, por isso a expressão - "semita" - filho de Sem. Abraão, a quem Deus chamou na terra de Ur dos caldeus, era descendente de Sem (Gn. 11:10-32).
          Abraão, uma vez chamado para sair da terra de seus parentes e encaminhado para se instalar na terra de Canaã - atual Israel, estaria assim fundando uma nação, por que não dizer uma verdadeira civilização, com influência em toda a história da humanidade.Quer no mundo político, quer na história, quer na cultura, combinemos que os semitas (judeus) têm seu peso de contribuição. 
          Os judeus, também conhecidos como sionita - por está Jerusalém construída no monte Sião (Sl. 133:3), foram estabelecidos em Canaã por está localizada bem no centro da terra e com isso serviria de luzeiros para todas as outras nações, segundo os estudiosos da bíblia. 
          Os sionitas eram os fiéis depositários dos oráculos de Deus. Deus os preparara para serem exemplo para o restante da humanidade. O Senhor os instruíra em Sua lei para que esse povo pudesse ensinar as nações a servirem ao Seu criador. Eles receberam instruções éticas religiosas (lei divina) para serem modelo.
          Dessa nação, também viria o Salvador, o Senhor e Salvador Jesus Cristo.
          Os semitas, também fariam prosélitos (gentio que se convertiam ao judaísmo). Esses prosélitos se converteriam ao Deus de Israel e a praticariam e se regravam pelo velho testamento, se tornariam judaizantes e teriam todos os benefício espirituais e todas as promessas que a Israel foram feitas por Jeová.  O judeu seria o grande propagador das boas novas do reino de Deus. 
          Israel será mais uma vez reconciliado com o seu Deus. Depois que Deus arrebatar a igreja, vai voltar e tratar mais uma vez com esse povo, pois Deus não abre mão do povo santo ou daquele com quem já teve negócios. Tanto é, que Deus gerou uma igreja dos descendente de Abraão - a igreja do Senhor Jesus, de quem a bíblia chama de o Israel Espiritual. Todos que são da fé são descendente de Abraão (Rm. 4:16), a quem, também, a bíblia o chama de pai da fé, pai dos que creem.                                                   



          OS GENTIOS



         Os gentios são todos os povos e nações. Nações essas que não têm nenhum código de ética e nenhum principio religioso - lei moral. Para esse povo, Deus não tinha, ou não tem, nenhum valor espiritual. A lei de Deus não tem nenhuma ação sobre suas vidas, por isso não eram ou não são contados como povo de Deus. Quando a bíblia diz que o mundo jaz no maligno, isso significa que o gentio vive alienado das coisas de Deus. A não ser quando o gentio se convertia ao judaísmo, nos dias de Israel e hoje quando ele se converte ao filho de Deus. Muita gente se pergunta como o índio pode ser condenado se ele não ouvir a palavra? A bíblia diz que ninguém é escusável, isto é, ninguém pode dizer se perdeu porque ninguém o avisou, pois existe no ser humano a chamada lei moral que mostra ao homem o que é certo ou errado. A pergunta que cabe aqui é: por que o índio não acerta com Deus em suas práticas espirituais? Nenhuma tribo na face da terra consegue adorar a Deus, só se encontra com os demônio, por que? Resposta: a natureza do homem é má e não consegue fazer o correto. Essa é a situação do gentio, daquele que não se torna filho de Deus.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 5)







          AS DUAS ALIANÇAS




          Aliança é o mesmo que compromisso, pacto ou conserto. A primeira e grande aliança que Deus fez, embora haja variantes, foi com o seu povo Israel. Como numa aliança tem que haver compromisso de dois lados, o Senhor teria que ter uma pessoa para que esse pacto acontecesse. Pensando nisso Ele convida a Abrão, que logo passaria e ser chamado de Abraão - pai de uma numerosa nação, para ser o seu parceiro nessa empreitada. Esse convite foi feito no capítulo 12 e versos de 1 ao 3 de Gênesis, onde contém a parte do compromisso de Deus - enviá-lo e no verso 4 a parte que cabia a Abraão - obedecer a ordem de Deus. Pronto, estava feita a promessa de uma aliança.




          A PRIMEIRA ALIANÇA



          A primeira vez que Deus fala em aliança é em gênesis 9:9, essa feita a Noé e seus descendentes, e segue-se falando na bíblia até apocalipse 11:19, mas não é dessas alianças que nos dispomos a traçar uma breve análises, mas de uma aliança com uma nação, porque, como disse, há emuitas variantes no tocante a alianças.
          Promessa feita no capítulo 12, fato consumado no capítulo 15:18-21. Pronto. Estava criada a nação israelita. Nação esta de quem viria o salvador da humanidade. Que diga-se de passagem, era esse o plano de Deus quando da criação do povo judeu.
          Contudo uma coisa deve ser ressaltada nessa primeira Aliança: ela foi estabelecida em sangue de animais, no que se refere aos sacrifícios, à remissão de pecados.
          Em êxodo 24:8 diz: "Então tomou Moisés daquele sangue, e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor fez convosco sobre todas essas palavras". E em Êxodo 12:1-14 nos fala da páscoa da primeira aliança. O sangue desta aliança era o sangue que livrava Israel da mortandade que havia de vir sobre o Egito naqueles dias. Onde tivesse aquele sangue a família dali seria poupada, não teriam seus primogênitos mortos. No dia 14 daquele primeiro mês, o anjo da morte passaria pelo Egito e mataria todos os primogênitos dos egípcios, inclusive os primogênitos dos animais. Mas o sangue daqueles cordeiros ou cabritos, machos de ano e sem defeito garantiria que aquela calamidade nas se alastraria em meio a Israel. O sangue garantiria a vida. Aquele dia seria por memorial perpétuo (Êx. 12:14), teria que ser celebrado como solenidade ao Senhor por estatuto perpétuo. Nessa aliança eram oferecidas ofertas contínuas (Ex.29:38-48). uma vez por ano o sumo sacerdote entrava para sacrificar pelos pecados do seu povo. Mas como essa aliança foi feita no sangue de animais, falhou. deixou de ser celebrada. Contudo ela apontava para outra aliança.



           A SEGUNDA ALIANÇA



          Não querendo mais, Deus, o derramamento de sangue e o holocausto (Jr.6:20) de animais, e como sempre faz tudo novo (Ap. 21:5), estabeleceu uma nova aliança, mas desta vez no sangue do seu próprio filho (I Co. 11:25).
          Sai de cena os bodes e cordeiros e entra aí o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo ( Jo. 1:29). Esse também era sem defeito, uma prova disso é que Ele foi entregue aos sacerdotes e O interrogaram e não viram pecado nEle. Levam-No a Pilatos e aquela autoridade o inquire nenhum pecado (defeito) não encontra nEle. Pilatos O envia a Herodes e também aquele não pode imputar-Lhe nenhum erro.
          E por que Jesus foi levado à presença dessas pessoas? É que dessa mesma forma o cordeiro do sacrifício, na primeira aliança, era examinado antes de ser sacrificado. E uma vez não sendo identificado nenhum defeito, estaria habilitado para ser sacrificado. E depois de ter sido jesus examinado, aí sim Ele estava pronto para ser sacrificado. E foi o que aconteceu - Ele foi entregue aos que iriam efetuar o sacrifício do filho de Deus. Foi jesus levado ao lugar do sacrifício. E tendo derramado sangue em favor do pecador, executou, assim o novo pacto, a nova aliança no seu sangue. Essa nova aliança não se restringia apenas a uma nação - Israel, mas agora essa aliança se estendia as todas as nações, línguas, raça e povos (Mr. 16:15 e 16 e Ap. 5:9). Dos dois povos - Judeus e gentios, fez um, fazendo assim cair a barreira de separação que havia. "Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feito filho de Deus (jo. 1:12)". Você pode fazer parte dessa nova aliança. Essas são as boas novas do evangelho. Aleluia!
       
     
       



       




          

sábado, 8 de setembro de 2012

O DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 4)





          AS DUAS TESTEMUNHAS 



          Em se tratando de humanidade, Deus preparou duas testemunhas sobre a terra. Ele criou a todos, mas por causa do pecado o ser humano se afastou de Deus e passou a viver alienado do plano que o Senhor estabeleceu para o homem. Em dois momentos distintos Jeová desejou contar com um povo para que fosse seu porta voz para todas as nações.



          A PRIMEIRA TESTEMUNHA



          No capítulo 23 de Isaías, já no verso primeiro, Deus começa dizendo que criou, que gerou, que formou a Israel. Israel não foi obra do acaso, não é mais uma nação qualquer, que se auto formou, como são as demais. Alguém trouxe-se a terra santa a existência e esse alguém é Deus.
          Uma vez gerado, Israel é avisado de sua missão sobre a terra: VÓS SOIS MUNHAS TESTEMUNHAS (Is. 43 10). E o que Israel iria testemunhar? qual seria o seu testemunho? O próprio  verso 10 responde: "...Ante de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá".  Esse seria o testemunho de Israel sobre toda a terra.
          Deus sabia que depois da queda do homem, ele, o ser humano, buscaria deuses nos quais pudesse toca e ver, como é o caso das imagens de escultura; com isso esse ser se afastaria do criador, o que não estava nos planos de Deus. E foi o que aconteceu. Todos, via de regra, formaram um deus de escultura ou de fundição para si (Is. 44:9-20). E a esse deuses louvaram e depositaram fé, ascendendo a ira de Deus o criador. Contudo Deus queria ser o alvo do louvor e da fé da humanidade, pois para isso o Senhor a criou. Esse foi o intuito do criador, quando gerou a Adão: que a terra fosse um único coral em torno de seu nome.
          Essa era a precípua incumbência do povo de Jacó. Seu convite era: proclama o nome do EU "SOU".
         Diante de tão grande responsabilidade Israel falhou (Is. 43:22-28). Esse fato não foi novidade para Deus, ele sabia, mas queria contar com seu povo. Nesse mesmo capítulo Ele dá sinais de que estava ciente disso, no verso 19 Deus dá uma luz de que tinha conhecimento da falha do seu povo formado e escolhido, quando diz "Eis que farei uma coisa nova, e agora sairá a luz: porventura não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. Isso não seria uma referência à igreja de Jesus? Pensemos nisso.



          A SEGUNDA TESTEMUNHA  



          Pensando na igreja, vejamos o que diz o Primeiro capítulo de atos dos apóstolos: "Mas recebereis a virtude (poder) do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis TESTEMUNHAS, tanto em jerusalém, como em toda a judeia e Samaria, e até os confins da terra".
         Outro povo convidado? Sim. E desta vez não se trata de Israel. esse convite se dirige aos dois povo: judeus e gentios convertidos - A IGREJA. Os judeus falharam, mas a igreja jamais falhará. Essa sim, cumprirá seu papel de chamar o incrédulo idólatra para as boas novas do Senhor. Isso até que Ele venha.
        Com isso não há espaço para um terceiro povo (testemunha de Jeová, Mormons e outros). O segundo convite foi feito aos eleitos da segunda aliança, aos chamados para fora.
          Israel chamado para testemunhar na velha aliança, a igreja para fazer isso na nova e mais sublime das alianças - a nova. Ninguém pode ser testemunha de Jeová e não ser de Jesus, pois em atos 1:8 é Ele quem faz o convite, pois ambos  são um (Jo.10:30). Difícil de entender, eu sei. Peça Ele e Ele te revelará esse mistério. Pois à igreja dEle Ele já o revelou. Na velha aliança Jeová chamou a Israel, não chamou a você. Na plenitude dos tempos (período da igreja) Ele, na pessoa do Seu filho chama a igreja para proclamar as boas novas de salvação, porque não há salvação fora DELE (Is. 43:11 e ITm 4:10). Dele quem? - o Pai, e o Filho, e o Espírito Santo=a Deus. AMÉM.  

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 3)

                      



          OS DOIS FILHOS DE ADÃO



          Como sabemos, num primeiro momento Adão e Eva tiveram dois filhos: Caim e Abel (Gn. 4:1-2). O primeiro,Caim, era lavrador da terra, uma atividade nobre, segundo a própria bíblia. Caim nesse primeiro instante foi a alegria de seus pais - alcancei do Senhor um favor, disse Eva. O segundo, Abel, era pastor de ovelhas. Abel, o segundo, era pastor de ovelhas.



          O PRIMEIRO FILHO




          O primeiro filho era natural, terreno, seu coração estava exercitado nas coisas deste mundo. Tanto era que ao cabo de dias trouxe ele uma oferta do fruto da terra. "Ao cabo de dias" dar-nos uma ideia de: "de vez em quando". Não se tratava de uma coisa constante: às vezes. Não que Deus não se agradasse da oferta de Caim por se tratar de oferta de lavoura, mas da forma como ela era processada, de forma esporádica.
          O primeiro homem é invejoso, homicida, matou seu irmão. O primeiro homem é mentiroso, uma vez questionado por Deus onde estaria o seu irmão depois que ele o matou, ele disse que não sabia (Gn. 4:9). Esse primeiro ser é maldito (Gn. 4:11). O nosso homem em questão é fugitivo e vagabundo sobre a terra. Essas características são algumas das que paulo escreveu na carta aos Gálatas, capítulo 5 e versos de 16 ao 21. Essas qualidades impedem ao primeiro homem de herdar o reino de Deus. Paulo fala na carta aos Coríntios: Se esperarmos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens (I Co. 15:19). E essa é a condição dos que vivem em função do que é meramente terreno. Muitos estão nessa condição. A sua vida se resume a tudo que tem ou que terá neste mundo. A riqueza, os bens naturais, a propriedade física são seus alvos. O primeiro homem não consegue ver além disto. No versículo 7 de Gênesis 4 Deus propõe a Caim que domine sobre o pecado e nunca seja dominado pelo mesmo. O que nos certo é que aquele primeiro homem não consegue dominar, ante está sempre sendo dominado pelo pecado. Sobre isso Paulo escreveu na carta aos romanos que não conseguia fazer o bem que queria, mas justamente o mal que não queria (Rm. 7:4-25).          



          O SEGUNDO FILHO



          Abel trouxe dos primogênitos de seu rebanho (Gn. 4:4), isto é, de "todos" que iam nascendo ele logo separava para ofertar ao Senhor. Todos quantos abrissem a madre da mãe seria ofertado a Deus. Todos. Isso não significa de vez em quando. O segundo homem era fiel no ofertar. Fé é um dos atributos do segundo homem segundo escreveu Paulo aos Gálatas no capítulo 5 e verso 22. Fé faz parte do fruto do espírito. Esse segundo ser é espiritual, não atentando tanto para as coisas daqui de baixo. Contra o segundo homem não há lei, pois os que estão debaixo da lei são malditos (3:13). Os que andam no espírito não satisfazem o desejo da carne, já crucificaram a carne com suas paixões e desejos (Gl. 5:22-26).
          Caim é um tipo de Adão é terreno, natural. Abel é um tipo de Jesus, é de cima, celestial. E o ser humano precisa se conscientizar de que precisa sair da condição de primeiro homem se transportando para o segundo sob pena de estar na condição de Caim: amaldiçoado e condenado à prática do pecado. Como? Recebendo aquele por quem o pecado é tirado e perdoado: JESUS CRISTO  o filho de Deus. A bíblia diz: Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo (II Co. 5:17)

terça-feira, 4 de setembro de 2012

0 DUPLO TESTEMUNHO DE DEUS (PARTE 2)





          OS DOIS TESTAMENTOS



          Como é de conhecimento de todos, a bíblia é composta de velho e novo testamento. O velho testamento foi composto, no que se refere aos seus escritos, para o povo judeu - embora pode e deve ser aplicado aos que fazem parte da igreja de Jesus. O povo judeu foi formado por Deus, quando do chamado de Abraão para sair do meio de sua parentela (Gn.12:1). Deus não escolheu uma nação já existente para executar o seu plano de salvação. A bíblia foi composta e escrita com dois eixos principais: Revelar Deus à humanidade e revelar seu plano de trazer o homem mais uma vez ao relacionamento com seu criador. Contudo, para isso Ele teria que formar um povo para que Seu filho viesse ao mundo, pois a salvação vem dos judeus (Jo. 4:22). Filho que teria a sublime tarefa de pagar o preço exigido pelo afastamento do ser humano. E esse afastamento foi causado pelo pecado do primeiro homem, Adão. Mas para isso Deus teria que ter uma nação à sua disposição, pois esse filho teria que ser de origem de um povo santo, separado para aquele objetivo, não podia, em hipótese alguma ser de uma nação gentia qualquer. No velho testamento, também conhecido como velha aliança, Deus estava tratando com o povo que Ele mesmo gerou: o povo judeus de quem o redentor viria.



          O VELHO TESTAMENTO




          Essa velha aliança foi um pacto que o próprio Deus Jeová fez com sua nação, onde fez várias promessas e as cumpriu cabalmente. Só que esse pacto foi celebrado com um símbolo de um grande significado: O SANGUE. Sim esse pacto ou conserto foi um pacto de sangue. Deus usou o sangue de animais para proclamar sua aliança com Seu povo. Esse sangue era o símbolo da remissão, resgate, perdão para a purificação de Seu povo, povo de quem viria o Santo Salvador da humanidade. Por isso aquele povo teria que ser , também, santo.
          Já na nova aliança há um novo pacto, feito com um novo povo - os gentios, os não judeus. Só que desta feita Deus não se utiliza de sangue de animais, mas sim do sangue de Seu próprio filho, pois tanto na velha como na nova aliança não há remissão de pecados sem derramamento de sangue (Hb. 9:22).



          O NOVO TESTAMENTO




          No novo pacto o Senhor Deus de Israel passa a tratar com os gentios. Nessa aliança Ele não aceita mais o sangue de bois e cabritos (Ex. 29:1-46), pois o sacrifício dos animais era repetitivo. Ele resolveu entregar Seu filho para que por um único sacrifício Ele resolvesse remir todos os que aceitassem esse novo pacto. Se pelo sangue de animais os judeus - povo da primeira aliança, seria purificado de suas iniquidades, assim o povo da segunda aliança também seria perdoados de seu pecados.
          Os dois testamentos têm como objetivo precípuo traçar o plano de salvação de Deus, através do filho de seu amor, a saber, Cristo Jesus. A princípio Ele veio para os que eram seus (os judeus), mas os seus o rejeitaram e a partir daí Ele deu poder para que todo aquele que o queira receber sejam filhos de Deus - judeus e gentios (Jo.1:12). 

 

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