Não dá mais para esconder uma mentira do império religioso romano. Por muito tempo a igreja romana deitou e rolou com suas mentiras. Mas a cada dia mais pessoas se inteiram do malogro desta instituição em manter seus enganos dolosos contra a vida espiritual da humanidade.
Um desses intentos é manter o dogma de que a mãe de Jesus continuou virgem depois do nascimento virginal de seu filho mais ilustre: Jesus. A bíblia não é clara quanto à quantidades de filhos que a mãe do Salvador teve, contudo parece nos que ela teve pelo menos seis filho, além de Jesus, perfazendo-se um total de sete se é o caso. Se você ler a bíblia com sinceridade, por mais que você fique surpreso ou surpresa, vai nos dar razão por termos dispendido um tempo para tratarmos deste assunto. Aliás quando eu li pela primeira vez os textos que tratam disto, confesso que fiquei embaralhado com tão grande descoberta. E mesmo ainda não sendo um cristão convertido, fui buscar mais respostas para o assunto. Fiquei boquiaberto com uma mentira tão banal. Roma tem mentiras mais difícil de se desmentir, de se desmascarar. Inclusive, nesse tempo, mesmo ainda não sendo convertido ao evangelho, eu saía pregando o evangelho, tanto na minha cidade como nos povoados e sítios da vizinhança de minha terra natal. Isso mesmo, eu não queria saber do evangelho, por achar que era uma religião e ainda por cima elitizada (que engano), nem queria negócio com a religião católica, apesar de montar e dirigir um grupo de teatro da mesma por cerca de dose anos. E o que fazer? Pensei eu. Vou pregar a palavra de Deus por conta própria. Quanta "ousadia". E foi o que fiz. Comecei a pregar nas escolas onde eu lecionava. Daí encontrei uma pessoas muita querida nossa, conhecida por Dona Hilda, que também não era salva em Jesus nesse tempo (depois converteu-se, aliás bem, antes de mim). Essa senhora, por também não conhecer o evangelho, nesse tempo e nem querer nada com Roma, tinha a mesma visão que a minha. Ela tomou conhecimento de minhas pregações nas escolas então teve a ideia de me convidar para fazer aquilo nas capelas católicas nos sítio e povoados vizinhos. Eu topei e começamos aquela nossa empreitada. Quase todas as semanas estávamos nós numa capela, num sítio pregando. E como dava gente. Os padres a décadas não iam mais a esses locais. Era uma festa. Como Eu era feliz. Meus sermões, se é que o podemos assim os chamar, comovia as pessoas, aliás, não faço a menor ideia do que realmente eu falava, só sei que era a bíblia, tanto é que isso chegou aos ouvidos da igreja católica loca e foi muito bem recebido, até porque eu gozava de um certo prestígio no meio das irmãs italianas que eram responsáveis pelos trabalhos daquela congregação católica. Passei anos fazendo aquele trabalho. Até o dia em que uma das minhas pregações foi sobre os filhos de Maria. Passei bom tempo pregando sobre o assunto, O povo gostava. Tanto é que eu continuava a receber convites para pregar no que eu denomino, hoje, de sinagogas romanas. Eu gostava, pois estava juntando o útil ao agradável, isto é: Enquanto eu pregava a palavra de Deus, também saboreava, naquelas comunidades, um bom almoço, com uma boa galinha caipira (galinha de capoeira) e uma boa fava de primeira. É... Mas Roma se estremeceu!
Certo dia eu estava dando aula, quando de repente as cinco irmãs italianas entraram em minha sala de aula, cumprimentaram a todos, inclusive a mim. Eu fiquei feliz com aquela visita tão ilustre em minha aula. Elas eram muito cativantes, apesar do português ruim que falavam. eram muito gentis. Parei a aula e pedi que as mesmas ficassem à vontade para fazer uso da aula. Sem saber do que se tratava, uma delas começou a falar:
- Meus amados alunos, sabemos que o professor Kito anda falando mal de nossa mãe. Pronto, foi o basante para eu me sentir constrangido. Se eu tivesse como fazer um buraco no chão e me enfiar nele, eu teria feito. Eu não tinha a menor ideia de quem seria a mãe daquelas mulheres. Elas eram da Itália. Elas tinham mães diferente, não eram irmãs de sangues, dos mesmos pais e mães. Até ali eu não estava entendendo nada, quando de repente uma delas se pronunciou de forma mais veemente:
- Ele anda dizendo que a nossa mãezinha querida, teve outros filhos além de nosso Senhor Jesus Cristo.
Do estado de vergonha extrema que eu me encontrava, saí para um estado de revolta, de ira. Senti sair fumaça dos meus ouvidos, dos meus olhos. Senti um calor. Da vermelhidão da vergonha que eu estava, passei a um estado de vermelhidão de raiva. Explodi:
- Minhas irmãs. era assim que nós as tratávamos. Até agora eu me pus calado. Mas agora me desculpem que eu desejo falar. O que eu andava pregando é o que está escrito em Mateus, no capítulo treze e versos cinquenta e cinco e cinquenta e seis: "Não é este o filho do carpinteiro? O nome de sua mãe não é Maria, e não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? Não estão conosco todas as suas irmãs? De onde, pois, ele obteve todas essas coisas (Mt. 13:55,56)?. Continuei falando: Eu nunca vi o nome de um dos doze por nome de José. E aquelas irmãs? A bíblia não fala de discípulas. Essas pessoas, irmãs, são irmãos e irmãs de Jesus, filhos de Maria. Para que eu disse isso! Se a situação estava calamitosa, ficou pior ainda. Aquelas mulheres começaram a chorar, a sala de aula não cabia mais gente de outras turmas, o colégio parecia que havia parado para ver aquela cena, mas ninguém conseguia me parar. O choro das freiras emocionou aos presente e aí eu tive que bradar algo que pensei que iria levantar os ouvintes conta mim. Eu me lembrei que em outros lugares da palavra de Deus fala de discípulo e irmãos, distintamente, e disse:
- Hoje eu sei, finalmente, que alguém está mentindo e não são os crentes. Fez-se um silêncio ensurdecedor (me desculpe a figura de linguagem). Aquelas freiras enxugaram as lágrimas, pegaram o que eram seus pertences e saíram. A partir dali nunca mais eu cessei de procurar Deus, mesmo que pelos meus próprios meios até que me converti. E quando me converti encontrei Dona Hilda, agora irmã Hilda, naquela igreja.
Meu amado leitor, Maria teve pelo menos seis filhos além de Jesus: Tiago, José Simão e Judas; além de, no mínimo, duas irmãs, pois no verso onde se refere às irmãs está no plural.
Maria continuou sua vida de casada com José, seu marido. A junção carnal entre marido e mulher dentro de um casamento não é pecado não. Foi Deus quem instituiu o casamento.
A bíblia diz que José não conheceu (teve relações sexuais) com Maria até que Jesus nascera (Mt. 1:25). Esse termo "conhecer", na bíblia, significa ter relação sexual (veja Gn. 4:1). Depois do nascimento de Jesus, José e Maria tiveram sua vida normal de um casal. Tiveram relações sexuais e tiveram outro filhos.
Em João 7:3 os irmãos de Jesus pede a Ele que vá para a Judeia fazer milagres para que seus discípulos contemplem seus feitos sobrenaturais. A concepção de Jesus, não deixou Maria estéril. Ela continuou a ter filhos depois do nascimento do Cristo de Deus.
A bíblia diz: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Liberte-se da mentira. É hora de sair dessa mentira que você chama de religião. Jesus Diz: Eu sou o caminho, a VERDADE, e a vida. Dê-se o direito de conhecer a verdade - Jesus. Ele te ama. Deixe que Ele abra teus olhos e vejas onde estás.
O único que eu conheço que só teve um filho, aliás, uma filha, foi o diabo. A bíblia diz que o diabo é o pai da mentira (Jo. 8:44). Esse dogma não é só de autoria de Roma, pertence, na verdade, ao pai dela.
Certo dia eu estava dando aula, quando de repente as cinco irmãs italianas entraram em minha sala de aula, cumprimentaram a todos, inclusive a mim. Eu fiquei feliz com aquela visita tão ilustre em minha aula. Elas eram muito cativantes, apesar do português ruim que falavam. eram muito gentis. Parei a aula e pedi que as mesmas ficassem à vontade para fazer uso da aula. Sem saber do que se tratava, uma delas começou a falar:
- Meus amados alunos, sabemos que o professor Kito anda falando mal de nossa mãe. Pronto, foi o basante para eu me sentir constrangido. Se eu tivesse como fazer um buraco no chão e me enfiar nele, eu teria feito. Eu não tinha a menor ideia de quem seria a mãe daquelas mulheres. Elas eram da Itália. Elas tinham mães diferente, não eram irmãs de sangues, dos mesmos pais e mães. Até ali eu não estava entendendo nada, quando de repente uma delas se pronunciou de forma mais veemente:
- Ele anda dizendo que a nossa mãezinha querida, teve outros filhos além de nosso Senhor Jesus Cristo.
Do estado de vergonha extrema que eu me encontrava, saí para um estado de revolta, de ira. Senti sair fumaça dos meus ouvidos, dos meus olhos. Senti um calor. Da vermelhidão da vergonha que eu estava, passei a um estado de vermelhidão de raiva. Explodi:
- Minhas irmãs. era assim que nós as tratávamos. Até agora eu me pus calado. Mas agora me desculpem que eu desejo falar. O que eu andava pregando é o que está escrito em Mateus, no capítulo treze e versos cinquenta e cinco e cinquenta e seis: "Não é este o filho do carpinteiro? O nome de sua mãe não é Maria, e não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? Não estão conosco todas as suas irmãs? De onde, pois, ele obteve todas essas coisas (Mt. 13:55,56)?. Continuei falando: Eu nunca vi o nome de um dos doze por nome de José. E aquelas irmãs? A bíblia não fala de discípulas. Essas pessoas, irmãs, são irmãos e irmãs de Jesus, filhos de Maria. Para que eu disse isso! Se a situação estava calamitosa, ficou pior ainda. Aquelas mulheres começaram a chorar, a sala de aula não cabia mais gente de outras turmas, o colégio parecia que havia parado para ver aquela cena, mas ninguém conseguia me parar. O choro das freiras emocionou aos presente e aí eu tive que bradar algo que pensei que iria levantar os ouvintes conta mim. Eu me lembrei que em outros lugares da palavra de Deus fala de discípulo e irmãos, distintamente, e disse:
- Hoje eu sei, finalmente, que alguém está mentindo e não são os crentes. Fez-se um silêncio ensurdecedor (me desculpe a figura de linguagem). Aquelas freiras enxugaram as lágrimas, pegaram o que eram seus pertences e saíram. A partir dali nunca mais eu cessei de procurar Deus, mesmo que pelos meus próprios meios até que me converti. E quando me converti encontrei Dona Hilda, agora irmã Hilda, naquela igreja.
Meu amado leitor, Maria teve pelo menos seis filhos além de Jesus: Tiago, José Simão e Judas; além de, no mínimo, duas irmãs, pois no verso onde se refere às irmãs está no plural.
Maria continuou sua vida de casada com José, seu marido. A junção carnal entre marido e mulher dentro de um casamento não é pecado não. Foi Deus quem instituiu o casamento.
A bíblia diz que José não conheceu (teve relações sexuais) com Maria até que Jesus nascera (Mt. 1:25). Esse termo "conhecer", na bíblia, significa ter relação sexual (veja Gn. 4:1). Depois do nascimento de Jesus, José e Maria tiveram sua vida normal de um casal. Tiveram relações sexuais e tiveram outro filhos.
Em João 7:3 os irmãos de Jesus pede a Ele que vá para a Judeia fazer milagres para que seus discípulos contemplem seus feitos sobrenaturais. A concepção de Jesus, não deixou Maria estéril. Ela continuou a ter filhos depois do nascimento do Cristo de Deus.
A bíblia diz: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Liberte-se da mentira. É hora de sair dessa mentira que você chama de religião. Jesus Diz: Eu sou o caminho, a VERDADE, e a vida. Dê-se o direito de conhecer a verdade - Jesus. Ele te ama. Deixe que Ele abra teus olhos e vejas onde estás.
O único que eu conheço que só teve um filho, aliás, uma filha, foi o diabo. A bíblia diz que o diabo é o pai da mentira (Jo. 8:44). Esse dogma não é só de autoria de Roma, pertence, na verdade, ao pai dela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário