Você já parou para pensar que foi no deserto onde Deus mais operou milagres. De dia uma nuvem protegia Israel do calor escaldante do deserto. À noite uma coluna de fogo iluminava aqueles caminhantes e peregrinos judeus. Maná era enviado por Deus para saciar-lhes a fome. Água saía de uma rocha para matar-lhes a sede e essa rocha era o próprio Jesus, diga-se de passagem (1Co. 10:4) Suas roupas não envelheciam. Os calçados acompanhavam-lhes o crescimento dos pés. Montanha tremia. Fogo e fumaça se via no arraial. Moisés ficava com o rosto resplandecente, quando falava com Deus no monte. Guerras foram ganhas. As águas de Mara se tornaram doces. Codornizes foram mandadas para alimento dos judeus. O próprio Deus escreveu, numa pedra, suas leis santas. O anjo do Senhor ia adiante do povo. Por fim o grande milagre da abertura do mar vermelho.
Contudo, uma coisa nos devia chamar a atenção: o povo não tinha muita intimidade com Deus, apesar de ter visto tantos milagres e maravilhas, operados pelo Senhor. Foi o homem de Deus se ausentar para eles se desviarem do objetivo de sua saída do Egito. Como nos nossos dias, o ser humano depende de uma figura humana, assim era nesses dias. Moisés não tinha o poder da mídia nesse tempo, para se manter sendo visto pelos seus. Nem se quer um banner ele não dispunha. Uma fachada com sua foto no tabernáculo fez muita falta ao homem de Deus. Tantos milagres somados a tanta ignorância espiritual fez o povo de Moisés, de imediato, se voltarem a um deus de imagem de fundição, provocando a ira de Deus (Ex. 32:1-10). Tantos milagres e o povo se tornou idólatra num piscar de olhos, custando-lhes a vida, pois Moisés mandou matar todos os idólatras (Ex. 32:25-29).
Por tudo isso Deus prometeu em sua palavra que aquela geração perversa, que saíra do Egito, que foi alvo de milagres, prodígios e sinais, não chegaria à terra prometida (Dt. 1:34-35). O Senhor fez com que aquele povo girasse em círculo e se demorasse a caminho do mar vermelho, para que os que saíram da terra de Faraó envelhecessem, morressem e não chegassem (Dt. 1:40). Apenas os seus descendentes se apossassem da promessa da terra prometida (Dt. 1:39). Desta geração só Calebe, filho de Jefoné e por fim, Josué, filho de Num entraram na terra prometida. Sobrou até para Moisés, que também não viu a terra prometida.
Sinais e milagres nem são certificado de santidade, nem tão pouco diploma de salvação. Jesus certa vez curou dez pessoas e só uma voltou para o agradecer e a esse último Ele diz: "A tua fé te salvou".
O povo do deserto não entrou no descanso tão prometido por Deus. Deus fê-lo andar por quarenta anos no deserto, para que só seus filhos vissem a terra prometida. Mas você pode está se perguntando: "E não seriam necessários os quarenta anos para eles chegarem em Canaã? Não. Bastaria um quarto disto ou até menos, garantem alguns.
Povo de Deus, vamos alertar aos adoradores de milagres e seus milagreiros que adorem ao Deus do milagre. Senão os "Moisés da vida" e seu povo podem não entrar na "Canaã de Cima". O milagre pode ser enganoso. Só a fidelidade a Deus é garantia, é confiável. Deus chamou o povo no deserto de geração maligna (Dt. 1:35). Isso é muito sério. Na multiplicação dos pães muitos foram saciados, contudo muito abandonaram a Jesus, só os discípulos continuaram com o Senhor ( Jo. 6:60-71). Mais uma vez o milagre deu prova de que não segura ninguém junto à fidelidade de Deus. O milagre poderia ser comparado a um "bico" que um profissional faz, o bico se acaba e o profissional não volta mais ao local daquele seu trabalho esporádico. O milagre geral oportunismo.
Os sinais são para o povo de Deus. Mas o centro da mensagem da palavra de Deus é a salvação, a Canaã de cima. O resto vem por tabela (Mt. 6:33).
Por tudo isso Deus prometeu em sua palavra que aquela geração perversa, que saíra do Egito, que foi alvo de milagres, prodígios e sinais, não chegaria à terra prometida (Dt. 1:34-35). O Senhor fez com que aquele povo girasse em círculo e se demorasse a caminho do mar vermelho, para que os que saíram da terra de Faraó envelhecessem, morressem e não chegassem (Dt. 1:40). Apenas os seus descendentes se apossassem da promessa da terra prometida (Dt. 1:39). Desta geração só Calebe, filho de Jefoné e por fim, Josué, filho de Num entraram na terra prometida. Sobrou até para Moisés, que também não viu a terra prometida.
Sinais e milagres nem são certificado de santidade, nem tão pouco diploma de salvação. Jesus certa vez curou dez pessoas e só uma voltou para o agradecer e a esse último Ele diz: "A tua fé te salvou".
O povo do deserto não entrou no descanso tão prometido por Deus. Deus fê-lo andar por quarenta anos no deserto, para que só seus filhos vissem a terra prometida. Mas você pode está se perguntando: "E não seriam necessários os quarenta anos para eles chegarem em Canaã? Não. Bastaria um quarto disto ou até menos, garantem alguns.
Povo de Deus, vamos alertar aos adoradores de milagres e seus milagreiros que adorem ao Deus do milagre. Senão os "Moisés da vida" e seu povo podem não entrar na "Canaã de Cima". O milagre pode ser enganoso. Só a fidelidade a Deus é garantia, é confiável. Deus chamou o povo no deserto de geração maligna (Dt. 1:35). Isso é muito sério. Na multiplicação dos pães muitos foram saciados, contudo muito abandonaram a Jesus, só os discípulos continuaram com o Senhor ( Jo. 6:60-71). Mais uma vez o milagre deu prova de que não segura ninguém junto à fidelidade de Deus. O milagre poderia ser comparado a um "bico" que um profissional faz, o bico se acaba e o profissional não volta mais ao local daquele seu trabalho esporádico. O milagre geral oportunismo.
Os sinais são para o povo de Deus. Mas o centro da mensagem da palavra de Deus é a salvação, a Canaã de cima. O resto vem por tabela (Mt. 6:33).
Nenhum comentário:
Postar um comentário