SEMEANDO MALDIÇÕES
Há pessoas que já amanhecem o dia fazendo uso do verbo (palavra) para lançar prognósticos negativos sobre as pessoas. Há quem se vicie em amaldiçoar. Não sabem viver sem amaldiçoar aos outros e a si mesmos.
Quando fazemos críticas, difamamos, murmuramos, desacreditamos, falamos mal de um modo geral, estamos preparando o terreno para a ação do diabo. Aí já viu, o inimigo logo se apresenta com todo um leque de possibilidades para as suas investidas e atuações.
Numa de suas viagens Jesus chega junto de uma figueira com o intuito de se alimentar de seus frutos, mas ao se achegar àquela árvores teve uma decepção: não encontrou frutos na mesma! Só folhas aquela árvores tinha para lhe oferecer.
"Nunca mais coma alguém fruto de ti" (Mc.11:14).
No dia seguinte a árvores estava seca do mais tenro broto às raízes.
E por que Jesus fez aquilo? Por ter se indignado com a figueira? Não Ele fez aquilo para mostrar para seus discípulo a profundidade do poder das palavras e com isso tomassem conhecimento do poder da maldição.
"... se alguém disser..." (Mc. 11:23).
Palavras podem secar uma figueira ou transportar um monte.
Portanto, tenhamos mais cuidado com o que dizemos.
QUANDO AMALDIÇOAMOS A NÓS MESMOS
Conheci uma jovem senhora que vivia dizendo para a sua mãe que um dia ainda se casaria, nem que fosse com pior cachaceiro da face da terra. Ela dizia isso porque se achava muito velha e até então não tinha se casado ainda.
Foi o que aconteceu. Aquela mulher começou a namorar, noivou e finalmente se casou. O Rapaz não era farrista nem tão pouco dado ao vinho, mas começou a beber e bebia tanto que o casamento começou e se tornar num inferno, chegando ao fracasso e colapso total. Separaram-se em definitivo. A maldição se cumpriu.
"Amou a maldição: ela o apanhe; não quis a bênção, aparte-se dele" (Sl. 109:17).
Há pessoas que vivem se amaldiçoando: não valho nada, sou um fracasso, não sirvo para nada, nunca vou ter nada, sou um azarado, nasci para sofrer, nunca vou vencer na vida, Isso tudo é dito com desprezo por si mesmo.
Esse tipo de comportamento pode inutilizar a vida de uma pessoa.
Outros não vivem bem com a sua aparência. Vivem se desprezando. Principalmente as mulheres estão sempre inconformadas com seu biotipo. Consideram-se feias, gorda demais, magra demais, não gostam do cabelo. Não se aceitam.
Na parábola das minas tem um belo exemplo de pessoas que se condenam com a própria boca. Suas palavras deram seu julgamento, sua sentença:
"Pois tive medo de ti, visto que és homem rigoroso; tiras o que não pusestes e ceifas o que não semeaste.
"Respondeu-lhe: Servo mau, por tua boca te condenarei". (Lc. 19:21,22).
No julgamento de Jesus, Pilatos vendo que não podia fazer nada para o livrar das mãos dos religiosos judeus, disse:
"Estou inocente do sangue deste justo; fique o caso convosco".
"Todo povo respondeu:
"Caia sobre nós o seu sangue, e sobre nossos filhos (Mt. 27::24,25)
E foi o que aconteceu e acontece até os dias de hoje, pois a maldição foi para eles e os seus filhos. Até os dias de hoje há derramamento de sangue em Israel. E vão derramar sangue até a volta de Jesus, devido esse prognóstico feito pelos patriarcas contemporâneos do mestre. E aí você pode me perguntar se eles não podem interromper essa maldição? Poderiam se eles reconhecessem Jesus como o enviado de Deus, o Messias, o que eles não fariam por causa de suas incredulidade.
Chamemos a bênção sobre nós desde o momento que nos levantamos da cama pela manhã! Longe de nós a maldição!
Pessoas cheias de rancor, inveja, maliciosas, geralmente ficam doente do corpo de alma e levam uma vida de mágoas. Vivamos uma vida de alegria e satisfação com aquilo que temos e somos. Isso é um comportamento gerador de bênçãos.
Cuidado com o que dizemos. A língua contamina o corpo todo (Tg. 3:6). Foi o que Jesus disse certa vez: "... o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem". (Mt. 15:11).
Quando estamos proferindo maldição contra a nós mesmos, estamos autorizando o inferno e seus agentes agirem contra nós.
QUANDO AMALDIÇOAMOS OS OUTROS
Existem pessoas que têm um vício doentio de depreciarem os outros por causa de sua aparência. Criticam as pessoas por causa de sua obesidade, falam de sua magreza, recriminam o jeito das pessoas por causa do jeito de andar. Criticam o modo
de falar, de andar. Falam mal dos cabelos, da calvície, falam de tudo e de todos.
Parece que não há nada de positivo em nada ou em ninguém.
Esse tipo de pessoas só causa mal está nos outros. Humilham seus semelhante, causando desgosto e reações violentas e inesperadas.
É do conhecimento nosso o caso dos jovens que zombaram do profeta Eliseu. Zombavam dele gritando: sobe careca, sobe careca, sobe careca. Isso zombando dele rua a cima, seguindo por um bom tempo. Fizeram uma algazarra com o homem de Deus. Zombaram o quanto quiseram daquele homem simples e indefeso até que em dado momento, não aguentando mais aquele tormento, virou-se para trás os amaldiçoou e duas ursas saíram do mato e atacaram aqueles rapazotes, matando quarenta e dois deles (2 Rs. 2:23). Os outros fugiram para escaparem por suas vidas. Não se sabe propriamente o que Eliseu dissera, mas com certeza, não aguentando mais aquele mal está contra si, os amaldiçoou.
A zombaria daqueles rapazes levou-os a um final trágico.
A zombaria daqueles rapazes levou-os a um final trágico.
De uma maneira ou de outra todos nós já amaldiçoamos a alguém.
Eu mesmo fui importunado por uma colega de trabalho por cerca de onze anos. Sofri injúria de todos os tipo que uma pessoa pode suportar. Até porque a pior das injúrias é aquela que é feita a título de humor, de comédia. A chamada injúria cômica. Foram onze anos, não foram onze dias. Não sei se Eliseu teria tanta calma como eu tive. Mas Deus viu minha atitude serena diante de tanta afronta, até que um dia começou a maldição semeada por aquela jovem senhora ser colhida por ela. Certo dia morreu, sem causa ou razão, sua filha única e querida, deixando-a arrebentada de semblante. Não durou muito, poucos meses depois, morre seu marido, o que a deixou sem chão e sem aspecto de que estava viva. Vi sua vida totalmente modificada. não era mais aquela mulher de zombarias. "Pois tu sabes que muitas vezes tu mesmo tens amaldiçoado a outros" (Ec. 7:22).
QUANDO AMALDIÇOAMOS AS AUTORIDADES
Basta o país passar por momento de crise para que todos culpam o governo. E muitas das vezes são os políticos e governantes os culpados pela crise, mais ainda assim não podemos criticá-los. Não temos o direito de lançarmos julgamento condenatório sobre nossos líderes e autoridades.
"Não amaldiçoarás o governador do teu povo" (Ex. 22:28).
"Nem no teu leito amaldiçoes o rei" (Ec. 10:20).
Quando falamos mal das autoridades, todos que estão sob sua tutela sofremos consequências.
Ainda que não concordemos com com as mesmas, não devemos em hipótese nenhuma nos dirigirmos com palavras de maldição a elas. O papel do crente é orar pelas tais (1 Tm. 2:1-3), pois são constituídas por Deus (Rm. 13:1).
E, em se tratando de autoridade eclesiástica, a cautela deve ser ainda maior. Não fale mal dos líderes de sua igreja.
Certa vez Paulo teve que se retratar por ter falado mal do sacerdote que o mandara espancar (At. 23:5). Certamente Paulo teria aguentado tudo calado se soubesse que se tratava de um sacerdote, líder de seu povo.
Os demônios estão de prontidão, só esperando a autorização verbal de alguém para sair para agir. Eles não fariam nenhum mal se não fora autorizado por alguém. Como o mundo está cheio de pessoas prontas para amaldiçoar, o sofrimento está tomando conta da humanidade e sempre foi assim e assim será.
Não propalemos palavras frívolas. Que nossas palavras sejam medidas pelo crivo do Espírito Santo. Que ele nos dê a devida calma e domínio para nos proceder com sapiência na hora da provocação.
Ministremos bênção sobre nossos governantes, quer seculares ou espirituais.
"... Jacó abençoou a Faraó" (Gn. 47:7).
"Abençoai... não amaldiçoeis" (Rm. 12:14).
Quando falamos mal das autoridades, todos que estão sob sua tutela sofremos consequências.
Ainda que não concordemos com com as mesmas, não devemos em hipótese nenhuma nos dirigirmos com palavras de maldição a elas. O papel do crente é orar pelas tais (1 Tm. 2:1-3), pois são constituídas por Deus (Rm. 13:1).
E, em se tratando de autoridade eclesiástica, a cautela deve ser ainda maior. Não fale mal dos líderes de sua igreja.
Certa vez Paulo teve que se retratar por ter falado mal do sacerdote que o mandara espancar (At. 23:5). Certamente Paulo teria aguentado tudo calado se soubesse que se tratava de um sacerdote, líder de seu povo.
Os demônios estão de prontidão, só esperando a autorização verbal de alguém para sair para agir. Eles não fariam nenhum mal se não fora autorizado por alguém. Como o mundo está cheio de pessoas prontas para amaldiçoar, o sofrimento está tomando conta da humanidade e sempre foi assim e assim será.
Não propalemos palavras frívolas. Que nossas palavras sejam medidas pelo crivo do Espírito Santo. Que ele nos dê a devida calma e domínio para nos proceder com sapiência na hora da provocação.
Ministremos bênção sobre nossos governantes, quer seculares ou espirituais.
"... Jacó abençoou a Faraó" (Gn. 47:7).
"Abençoai... não amaldiçoeis" (Rm. 12:14).
Nenhum comentário:
Postar um comentário