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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

BÊNÇÃO E MALDIÇÃO (PARETE 1)


         




             INTRODUÇÃO



          Com essa postagem, quero introduzir um dos assuntos mais desconhecido do universo cristão. Contudo um dos mais importantes e que deveria ser estudado, pois a sua prática é de grande valia para o bem estar de muitos, quer cristão, quer não cristão. 
          As nove postagens que sucedem abaixo a esta, são verdadeiras lições bíblicas sobre esse assunto.

          "Amou a maldição: ela o apanhe; não quis a bênção: aparte-se dele" ( Sl. 109:17).

          Quantas pessoas encontramos ou conhecemos que têm tudo para ser feliz, mas que todavia vivem abatidas, revoltadas consigo mesmo, com o governo, com a sorte. Perderam o prazer de viver, revoltadas com Deus. Vivem uma vida de intensa derrota. Outras vivem revoltadas com os pais. Tudo isso porque desconhecem que temos ao nosso dispor mais de oito mil promessas prontas para serem desfrutadas enquanto ainda estamos na terra.
          Contudo, se não estamos sendo alvos destas promessas, provavelmente, há maldições que, por causa de nosso desconhecimento as estão impedindo. Precisamos e devemos viver a plenitude da vida que Deus nos promete em sua palavra (Jo. 10:10).
          Não estamos dizendo aqui que você vai levar uma vida sem problemas, pois Jesus disse que no mundo teríamos aflições (Jo. 16:33) e noutro momento a palavra nos afirma que os dias são maus (Ef. 5:16), todavia há uma garantia divina que apesar de tudo e todas as intempéries da vida, há uma garantia de vida em abundância para os que se apoderam das promessas de Deus. Por outro lado não estamos dizendo que você terá, necessariamente, que ser uma pessoa rica, como a teologia da prosperidade enganosamente tem divulgado, até porque dinheiro nunca foi sinônimo de felicidade. Se dinheiro trouxesse felicidade, nenhum rico se suicidaria. O que o dinheiro nos proporciona, é conforto, não a felicidade. O que estamos afirmando é que se amarmos a bênção, ela virá, inevitavelmente sobre nós. Nem dinheiro nem prosperidade nos garante felicidade, se isso fosse verdade, o Japão, um dos países mais ricos do mundo não teria uma das maiores taxa de suicídios do mundo (segundo lugar no mundo em casos de suicídios). Nesse país, próspero, o Japão, segundo uma pesquisa, tem o maior número de Jovens (36%) que pensam em suicídio do mundo. Lá, na terra nipônica, um dos livro mais vendido é um livro que ensina a como se suicidar (Manual do Suicídio). Nesse livro há um passo-a-passo de como tirar a vida.
          Deus nos garante uma vida de vitória para o aqui e o agora. Não sejamos crente futuristas onde o cristão só será feliz quando chegar no céu. Aliás a teologia de nossos hinários (Cantor Cristão, Harpa Cristã e outros) nos educaram a isso: 

          "Só no céu viveremos uma vida de paz..."
          "No céu um dia descansaremos,,," 
          "Nos Céus de luz finalmente teremos aquela vida abundante..."

          O cristão tem bênçãos para serem vivida aqui, até porque a vida não seria plena se não começasse aqui.
          Deus fez uma propositura para o seu povo que está em voga até os dias de hoje e Ele não abre mão desta proposta porque Ele não é filho do homem para que se arrependa:

          "Vê que hoje te proponho a vida e o bem; a morte e o mal; a bênção e a maldição: escolhe pois a vida, para que vivas" (Dt. 30:11,19).

          Em hipótese alguma podemos ser cristão "GABRIELA" (música de Gal Costa, cantora baiana):

          "Eu nasci assim...
          Eu fui sempre assim,
          Eu vou ser sempre assim, Gabriela..."

          Nem tampouco podemos ser Cristão preterista, onde só se ver o que já passou:

          "Ah, como era bom aquele tempo em que estávamos no primeiro amor"
          
          Estamos hoje sendo desafiados a fazer uma escolha que vai, com certeza, mudar a nossa vida e a vida dos nossos entes queridos: se amarmos a maldição ela nos sobreviverá. Se amarmos a bênção ela nos sobreviverá. E o que escolheremos?
           Se não queremos a bênção ela se afastará de nós.
          E como verificar a quem temos querido mais: a bênção ou a maldição?
          Afinal, quer saber, é só olhar o que tem saído de sua boca. 

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