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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

CRISTIANISMO EM CRISE (PARTE 3)






3. DOUTRINAS E TRADIÇÕES DO HOMEM VERSUS A PALAVRA DE DEUS





          Hoje em dia zela-se muito mais pelas doutrinas dos homens do que pela palavra de Deus. Isso é um indício ruim, pois toda seita ou religião comparada surgem ou surgirão por colocarem uma doutrina, dentre outras coisas, a cima da palavra de Deus. Há um zelo exagerado em se colocar uma tradição em detrimento às sagradas escrituras. Todavia isso não é um assunto novo. Desde os primórdios do povo de Deus que se verificava tais coisas.

         Isaías 29:13 diz tacitamente que o povo se aproxima de Deus, apenas com suas bocas e com seus lábios O honram, mas que se afastam do Senhor porque o temor dele se baseia apenas em mandamentos de homens, nos quais foram instruído. Existem muitos cristãos que baseiam sua fé, apenas em preceitos de homens. Sua fé não tem preceitos bíblicos. São instruídos apena em: Não façam isso, não toque naquilo, isso não pode e etc, etc, etc. Os mandamentos humanos só cuidam do esteriótipo, do que está fora. Enquanto o mandamento bíblico muda o homem por dentro.
          Mateus 15:3 mostra que as tradições denominacionais estão a cima dos mandamento (doutrinas) bíblicos. Aquilo que a denominação ensina tem que ser cumprido, mesmo que não tenha um linha sobre o assunto na bíblia. Não é à toa que no verso nove deste capítulo está escrito: "Mas em vão me adoram, ensinando preceitos dos homens (Mt. 15:9).
          Em Marcos 7:9 está escrito que invalida-se a palavra de Deus por causa das tradições,  ordenanças e outras coisa tais como essas. O capítulo sete de Marcos foi dedicado a esse assunto.
          Tratando desse mesmo assunto, o apóstolo disse que haveria tempo em que os homens não suportariam a santa doutrina, e como se tivessem comichão nos ouvidos procurariam para si mestres conforme aquilo que eles quisessem ouvir e satisfazer seus desejos, e com isso se desviariam da verdade dando ouvido às fábulas. Fábulas são estória onde os personagens são animais, com atitudes humanas e que tem por objetivo deixar uma lição de moral. Melhor dizendo: Não é uma parábola bíblica onde o personagem central da história é o Senhor Jesus e tem como objetivo deixar uma lição espiritual. Mas para muitos a fábula tem maior valor. O fator bíblico não interessa. A coisa não bíblica é que lhe interessa.
          Outro mal que campeia o mundo cristão é o denominacionalismo. Um diz eu sou de Paulo, outro, eu de Apolo, outro diz eu de Cefas (1 Co. 1:10). Não é diferente de hoje. Uns dizem eu sou assembleiano, outro eu sou batista, eu presbiteriano, eu congregacional. E aqui como lá cabe a pergunta retórica de Paulo: "Está cristo dividido?" Não. Contudo e na maioria da vezes as denominações estão à cima dos interesses do reino, indo frontalmente de encontro ao que preceitua Atos 2:42-47 e Salmo 133, verso 3. Existem denominações adoradas por sua membresia. Seus membros caem no ridículo de pensarem que fora das mesmas não há salvação.
          Por outro lado há líderes que buscam prestígio e criam suas próprias facções (denominações). Esse é outro grande mal e fenômeno daninho ao reino de Deus, pois esses líderes fazem todo tipo de malabarismo para atrair pessoas para suas igreja. E no intuito de angariar simpatizantes (membros) usam de métodos antibíblicos tais como: arruda, sal grosso, água trazida do rio Jordão, cimento consagrado, tijolo consagrado, manto dentro da igreja para ser tocado, portal dentro das igreja para ser passado pelo mesmo, azeite consagrado em Israel. Essas práticas são estranhas à palavra de Deus. Em busca a esse prestígio identificam suas igrejas com fotos suas nas faixadas de seus prédios. Outra coisa usada para chamar prestígio para si, é subir a montes com garrafões de água, sob os holofotes e cinegrafistas.
           Paulo alerta em no livro dos atos dos apóstolos: "Dentre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas (erradas) para atrair os discípulos após si". A Timóteo, o apóstolo se queixa que os cristão na Ásia o abandonaram entre estes os líderes Figelo e Hermógenes, que provavelmente fundaram igrejas para si (2Tm. 15). Em 3 João 1:9,10 Paulo se recama de homens que querem ser líderes. 
          Enquanto isso, existem também os que gostam de discutir minúcias teológicas mas que não vivem a palavra. Esses são mestres e teólogos que não passam da teoria para a prática.
         Mateus escreveu sobre os tais: "Coais os mosquitos, mais engoli os camelos (Mt. 23:24)". E Luca disse deles: "Dizimais, mas desprezais o juízo e o amor de Deus (Lc. 11:42)". 
          Há também os que distorcem a palavra de Deus para acomodar suas doutrinas pessoais. Um exemplo disso é o texto que uma denominação usou por muito tempo como doutrina: "tudo posso naquele que me fortalece". Esse tudo posso, se refere a TUDO SUPORTO e não: TUDO ESTÁ À MINHA DISPOSIÇÃO. Leia-se: 1 Tm. 1:5,6; 2 Pe. 1:20; 2 Pe. 3:16.
          Contudo há também, o modernismo incrédulo. Os sábios deste mundo rejeitam a palavra de Deus (Jr. 8:9). O modernismo rejeitam ressurreição, para eles não existem nem anjos, nem espíritos (At. 23:8; 1 Co. 15:12-17). Outros anunciam outro evangelho (Gl. 1:9). Outros negam o poder do evangelho (2 Tm. 3:5). Alguns introduzem heresias destruidora, negando até o Senhor Jesus (Testemunhas de Jeová) [2 Pe. 2:1]. 
          E o que fazer diante de tudo isso? Sigamos apenas as doutrinas sólidas baseadas na bíblia, não dando ouvidos a mandamentos de homens (Tito 1:14), Alimentando-nos com a palavra da fé e da boa doutrina (1 Tm. 4:6,7), não sejamos soberbos, isto é: devemos nos conformar com a palavra de Deus (1 Tm. 6:3,4).
         

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